20/08/2026

Papa: o amor é o mais belo ornamento do ser humano

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Papa: o amor é o mais belo ornamento do ser humano

Na Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, Leão XIV convida os fiéis a redescobrirem a verdadeira beleza, que não está na aparência exterior, mas nos sinais de um amor capaz de transformar e elevar. Na homilia da Missa celebrada em Castel Gandolfo, o Pontífice alertou ainda para os padrões estéticos impostos pelo mundo, que podem nos aprisionar “naquilo que realmente não tem valor nem dura para sempre”.

Thulio Fonseca – Vatican News

Neste sábado, 15 de agosto, a Igreja celebra a Solenidade da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, uma das principais festividades marianas do calendário litúrgico e também feriado nacional na Itália. Como no ano passado, o Papa Leão XIV escolheu celebrar a data junto aos fiéis de Castel Gandolfo, cidade próxima a Roma e local de sua residência de verão. Ali, o Pontífice presidiu à Santa Missa na Paróquia Pontifícia de São Tomás de Villanova, que fica a poucos metros do Palácio Pontifício.

A liturgia recorda Maria que, terminado o curso de sua vida terrena, foi elevada em corpo e alma à glória do Céu. E foi justamente a partir da imagem de Nossa Senhora da Assunção que Leão XIV desenvolveu sua homilia, propondo uma reflexão sobre a verdadeira beleza: aquela que não procura esconder as marcas do tempo, mas deixa transparecer os sinais de um amor que não passa.

A verdadeira beleza

O Papa recordou que muitas obras de arte representam Nossa Senhora da Assunção como uma jovem belíssima que se eleva da terra em direção ao Céu. Uma imagem que, à primeira vista, contrasta com a experiência humana do envelhecimento e com as marcas que os anos deixam no corpo.

“A glorificação de Maria, em corpo e alma, ensina-nos que a nossa verdadeira beleza não consiste em esconder os sinais do tempo que passa, mas em mostrar, impressos também na nossa carne, os sinais do amor que não tem fim.” Disse.

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Papa: o amor é o mais belo ornamento do ser humano

Na Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, Leão XIV convida os fiéis a redescobrirem a verdadeira beleza, que não está na aparência exterior, mas nos sinais de um amor capaz de transformar e elevar. Na homilia da Missa celebrada em Castel Gandolfo, o Pontífice alertou ainda para os padrões estéticos impostos pelo mundo, que podem nos aprisionar “naquilo que realmente não tem valor nem dura para sempre”.

Thulio Fonseca – Vatican News

 

Neste sábado, 15 de agosto, a Igreja celebra a Solenidade da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria, uma das principais festividades marianas do calendário litúrgico e também feriado nacional na Itália. Como no ano passado, o Papa Leão XIV escolheu celebrar a data junto aos fiéis de Castel Gandolfo, cidade próxima a Roma e local de sua residência de verão. Ali, o Pontífice presidiu à Santa Missa na Paróquia Pontifícia de São Tomás de Villanova, que fica a poucos metros do Palácio Pontifício.

 

A liturgia recorda Maria que, terminado o curso de sua vida terrena, foi elevada em corpo e alma à glória do Céu. E foi justamente a partir da imagem de Nossa Senhora da Assunção que Leão XIV desenvolveu sua homilia, propondo uma reflexão sobre a verdadeira beleza: aquela que não procura esconder as marcas do tempo, mas deixa transparecer os sinais de um amor que não passa.

 

Ouça a reportagem completa com a voz do Papa Leão

A verdadeira beleza

O Papa recordou que muitas obras de arte representam Nossa Senhora da Assunção como uma jovem belíssima que se eleva da terra em direção ao Céu. Uma imagem que, à primeira vista, contrasta com a experiência humana do envelhecimento e com as marcas que os anos deixam no corpo.

 

“A glorificação de Maria, em corpo e alma, ensina-nos que a nossa verdadeira beleza não consiste em esconder os sinais do tempo que passa, mas em mostrar, impressos também na nossa carne, os sinais do amor que não tem fim.”

 

A partir dessa reflexão, Leão XIV convidou a rever os padrões estéticos impostos pelo mundo, “predominantemente de caráter hedonista e consumista”, que correm o risco de aprisionar as pessoas em condicionamentos e levá-las a desperdiçar energias “naquilo que realmente não tem valor nem dura para sempre”. Para o Pontífice, a experiência cotidiana mostra onde reside a verdadeira beleza: há pessoas cujos rostos são marcados pelos anos e pelos sofrimentos e que, ainda assim, são capazes de irradiar serenidade, benevolência e paz.

Fonte: vaticannews.com.br

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