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INDULGÊNCIAS

CONSIDERAÇÕES GERAIS:

  • Indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos.
  • A indulgência é parcial ou plenária, conforme liberta, em parte ou no todo, da pena temporal devida pelos pecados.
  • Ninguém pode lucrar indulgências a favor de outras pessoas vivas.
  • Qualquer fiel pode lucrar indulgências parciais ou plenárias para si mesmo ou aplicá-las aos defuntos como sufrágio.
  • O fiel que, ao menos com o coração contrito, faz uma obra enriquecida de indulgência parcial, com o auxílio da Igreja, alcança o perdão da pena temporal, em valor correspondente ao que ele próprio já ganha com sua ação.
  • A indulgência, anexa a alguma festa, entende-se como transferida para o dia em que tal festa ou sua solenidade externa legitimamente se transfere.
  • Para ganhar a indulgência anexa a algum dia, se é exigida visita à igreja ou oratório, esta pode fazer-se desde o meio-dia precedente até a meia-noite do dia determinado.
  • O fiel deve também ter intenção, ao menos geral, de ganhar a indulgência e cumprir as ações prescritas, no tempo determinado e no modo devido, segundo o teor da concessão.
  • A indulgência plenária só se pode ganhar uma vez ao dia.
  • A obra prescrita para alcançar a indulgência plenária, anexa à igreja ou oratório, é a visita aos mesmos: neles se recitam a oração dominical e o símbolo aos apóstolos (Pai-nosso e Creio), a não ser caso especial em que se marque outra coisa.
  • Com uma só confissão podem ganhar-se várias indulgências, mas com uma só comunhão e uma só oração alcança-se uma só indulgência plenária.
  • As três condições podem cumprir-se em vários dias, antes ou depois da execução da obra prescrita; convém, contudo, que tal comunhão e tal oração se pratiquem no próprio dia da obra prescrita.
  • Se falta a devida disposição ou se a obra prescrita e as três condições não se cumprem, a indulgência será só parcial.
  • A condição de rezar nas intenções do Sumo Pontífice se cumpre ao se recitar nessas intenções um Pai-nosso e uma Ave-Maria, mas podem os fiéis acrescentar outras orações conforme sua piedade e devoção.

Para lucrar a indulgência plenária, é necessário, além da repulsa de todo o afeto a qualquer pecado até venial, o cumprimento das três condições seguintes:

1)Confissão Sacramental

+

2)Comunhão Eucarística

+

3)Oração pelas intenções do sumo Pontífice

+

4)cumprimento da obra enriquecida de indulgência (ver abaixo)

Obras enriquecida de indulgência plenária:

Em qualquer dia do ano (porém só se pode ganhar uma indulgência por dia):

– adoração ao Santíssimo Sacramento pelo menos por meia hora;

– leitura espiritual da Sagrada Escritura pelo menos por meia hora;

– piedoso exercício da Via Sacra;

1. O piedoso exercício deve-se realizar diante elas estações da via-sacra, legitimamente eretas.

2. Requerem-se catorze cruzes para erigir a via-sacra; junto com as cruzes, costuma-se colocar outras tantas imagens ou quadros que representam as estações de Jerusalém. 3. Conforme o costume mais comum, o piedoso exercício consta de catorze leituras devotas, a que se acrescentam algumas orações vocais. Requer-se piedosa meditação só da Paixão e Morte do Senhor, sem ser necessária a consideração do mistério de cada estação.

4. Exige-se o movimento de uma para a outra estação. Mas se a via-sacra se faz publicamente e não se pode fazer o movimento de todos os presentes ordenadamente, basta que o dirigente se mova para cada uma das estações, enquanto os outros ficam em seus lugares.

5. Os legitimamente impedidos poderão ganhar a indulgência com uma piedosa leitura e meditação da Paixão e Morte do Senhor ao menos por algum tempo, por exemplo, um quarto de hora.

– recitação do Rosário de Nossa Senhora na igreja, no oratório ou na família ou na comunidade religiosa ou em piedosa associação;

Chama-se também a terça parte dessa oração o Terço. Para a indulgência plenária determina-se o seguinte:

1. Basta a reza da terça parte do Rosário, mas as cinco dezenas devem-se recitar juntas.

2. Piedosa meditação deve acompanhar a oração vocal.

3. Na recitação pública, devem-se anunciar os mistérios, conforme o costume aprovado do lugar; na recitação privada, basta que o fiel ajunte a meditação dos mistérios à oração vocal.

01 de janeiro – Concede-se indulgência plenária ao fiel que publicamente recitar devotamente o hino Veni Creator no dia primeiro de janeiro.

Ó, vinde Espírito Criador,

as nossas almas visitai e

enchei os nossos corações

com vossos dons celestiais.

Vós sois chamado o Intercessor

do Deus excelso

o dom sem par,

a fonte viva, o fogo, o amor,

a unção divina e salutar.

Sois doador dos sete dons,

e sais poder na mão do Pai,

por ele prometido a nós,

por nós seus feitos proclamai.

A nossa mente iluminai,

os corações enchei de amor,

nossa fraqueza encorajai,

qual força eterna e protetor.

Nosso inimigo repeli,

e concedei-nos vossa paz;

se pela graça nos guiais,

o mal deixamos para trás.

Ao Pai e ao Filho Salvador

por vós possamos conhecer.

Que procedeis do seu amor

fazei-nos sempre firmes crer.

Sextas feiras da Quaresma: Concede-se indulgência plenária, nas sextas-feiras da Quaresma, ao fiel que recitar piedosamente esta oração, diante de uma imagem de Jesus crucificado, depois da comunhão;

Eis-me aqui, ó bom e dulcíssimo Jesus

Eis-me aqui, ó bom e dulcíssimo Jesus! De joelhos me prostro em vossa presença e vos suplico com todo o fervor de minha alma que vos digneis gravar no meu coração os mais vivos sentimentos de fé, esperança e caridade, verdadeiro arrependimento de meus pecados e firme propósito ele emenda, enquanto vou considerando com vivo afeto e dor as vossas cinco chagas, tendo diante dos olhos aquilo que o profeta Davi já nos fazia dizer, Ó bom Jesus: “Transpassaram minhas mãos e meus pés e contaram todos os meus ossos” (SI 21,17; cf. Miss. Rom., ação de graças depois da missa).

Quinta feira santa – Concede-se indulgência plenária ao fiel que recitar com piedade estas orações na quinta-feira da semana santa depois da missa da Ceia do Senhor.

Tão sublime sacramento

Tão sublime sacramento vamos todos adorar, pois um Novo testamento vem o antigo suplantar! Seja a fé nosso argumento se o sentido nos faltar. Ao eterno Pai cantemos e a Jesus, o Salvador, igual honra tributemos, ao Espírito de amor. Nossos hinos cantaremos, chegue ao céus nosso louvor. Amém.

V/. Do céu lhes deste o pão,

R/. Que contém todo o sabor.

Oremos: Senhor Jesus Cristo, neste admirável Sacramento, nos deixastes o memorial da vossa Paixão. Dai-nos venerar com tão grande amor o mistério do vosso corpo e do vosso sangue, que possamos colher continuamente os frutos da vossa redenção. Vós que viveis e reinais para sempre.

R/. Amém.

Sexta feira santa – Concede-se indulgência plenária ao fiel que, na sexta-feira da Paixão e Morte do Senhor, toma parte piedosamente na adoração da Cruz da solene ação litúrgica.

Vigília Pascal – Concede-se indulgência plenária ao fiel que renovar as promessas do batismo em qualquer fórmula de uso, se o fizer na celebração da Vigília Pascal.

Maio – Solenidade de Pentecostes – Concede-se indulgência plenária ao fiel que publicamente recitar devotamente o hino Veni Creator no dia Pentecostes.

Ó, vinde Espírito Criador,

as nossas almas visitai e

enchei os nossos corações

com vossos dons celestiais.

Vós sois chamado o Intercessor

do Deus excelso

o dom sem par,

a fonte viva, o fogo, o amor,

a unção divina e salutar.

Sois doador dos sete dons,

e sais poder na mão do Pai,

por ele prometido a nós,

por nós seus feitos proclamai.

A nossa mente iluminai,

os corações enchei de amor,

nossa fraqueza encorajai,

qual força eterna e protetor.

Nosso inimigo repeli,

e concedei-nos vossa paz;

se pela graça nos guiais,

o mal deixamos para trás.

Ao Pai e ao Filho Salvador

por vós possamos conhecer.

Que procedeis do seu amor

fazei-nos sempre firmes crer.

Junho – Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo – Concede-se indulgência plenária ao fiel que recitar com piedade estas orações na Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo.

Tão sublime sacramento

Tão sublime sacramento vamos todos adorar, pois um Novo testamento vem o antigo suplantar! Seja a fé nosso argumento se o sentido nos faltar. Ao eterno Pai cantemos e a Jesus, o Salvador, igual honra tributemos, ao Espírito de amor. Nossos hinos cantaremos, chegue ao céus nosso louvor. Amém.

V/. Do céu lhes deste o pão,

R/. Que contém todo o sabor.

Oremos: Senhor Jesus Cristo, neste admirável Sacramento, nos deixastes o memorial da vossa Paixão. Dai-nos venerar com tão grande amor o mistério do vosso corpo e do vosso sangue, que possamos colher continuamente os frutos da vossa redenção. Vós que viveis e reinais para sempre.

R/. Amém.

Junho – Uma semana após solenidade de Corpus Cristi – Solenidade do Sagrado Coração de Jesus – Concede-se indulgência parcial ao fiel que recitar este ato de reparação piedosamente, e indulgência plenária se o ato se recitar publicamente na solenidade do Sagrado Coração de Jesus.

Dulcíssimo Jesus (Ato de reparação)

Dulcíssimo Jesus, cuja infinita caridade para com os homens é por eles tão ingratamente correspondida com esquecimentos, friezas e desprezos, eis-nos aqui prostrados na vossa presença, para vos desagravarmos, com especiais homenagens, da insensibilidade tão insensata e das nefandas injúrias com que é, de toda a parte, alvejado o vosso amorosíssimo Coração. Reconhecendo, porém, com a mais profunda dor, que também nós, mais de uma vez, cometemos as mesmas indignidades, para nós, em primeiro lugar, imploramos a vossa misericórdia, prontos a expiar não só as próprias culpas, senão também as daqueles que, errando longe do caminho da salvação, ou se obstinam na sua infidelidade, não vos querendo como pastor e guia, ou, conculcando as promessas do batismo, sacudiram o suavíssimo jugo da vossa santa lei. De todos estes tão deploráveis crimes, Senhor, queremos nós hoje desagravar-vos, mas, particularmente, da licença elos costumes e imodéstias do vestido, de tantos laços de corrupção armados à inocência, da violação dos dias santificados, das execrandas blasfêmias contra vós e vossos Santos, dos insultos ao vosso Vigário e a todo o vosso Clero, do desprezo e das horrendas e sacrílegas profanações do Sacramento do divino amor, e, enfim, dos atentados e rebeldias das nações contra os direitos e o magistério da vossa Igreja. Oh! se pudéssemos lavar, com o próprio sangue, tantas iniqüidades! Entretanto, para reparar a honra divina ultrajada, vos oferecemos, juntamente com os merecimentos da Virgem Mãe, de todos os Santos e almas. piedosas, aquela infinita satisfação, que vós oferecestes ao Eterno Pai sobre a cruz, e que não cessais de renovar, todos os dias, sobre nossos altares. Ajudai-nos, Senhor, com o auxílio da vossa graça, para que possamos, como é nosso firme propósito, com a viveza da fé, com a pureza dos costumes, com a fiel observância da lei e caridade evangélicas, reparar todos os pecados cometidos por nós e por nosso próximo, impedir, por todos os meios, novas injúrias de vossa divina Majestade e atrair ao vosso serviço o maior número de almas possíveis. Recebei, ó benigníssimo Jesus, pelas mãos de Maria santíssima reparadora, a espontânea homenagem deste nosso desagravo, e concedei-nos a grande graça de perseverarmos constantes, até à morte, no fiel cumprimento dos nossos deveres e no vosso santo serviço, para que possamos chegar todos à pátria bem-aventurada, onde vós com o Pai e o Espírito Santo viveis e reinais ,Deus, por todos os séculos dos séculos. Amém.

29 de junho ou domingo seguinteSolenidade de são Pedro e são Paulo – aos fiéis que carregam objetos de piedade bentos pelo sumo pontífice ou pelo bispo podem também obter a indulgência plenária no dia da festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, ajuntando, porém, a profissão de fé sob uma forma legitima.

02 de agosto dia da indulgência da “Porciúncula” –  visitar uma igreja catedral ou sua matriz paroquial e, nessa piedosa visita, recitar a Oração Dominical e o Símbolo dos Apóstolos (Pai-nosso e o Creio). Esse privilégio se estende também a todas as igrejas franciscanas.

01 a 8 de novembro – Ao fiel que visitar devotamente um cemitério e rezar, mesmo em espírito, pelos defuntos, concede-se indulgência aplicável somente às almas do purgatório.

02 de novembro – Concede-se indulgência plenária, aplicável somente às almas do purgatório, aos fiéis que no dia da comemoração de todos os fiéis defuntos visitarem piedosamente uma igreja ou oratório. Esta indulgência poderá alcançar-se no dia marcado ou, com consentimento do ordinário, no domingo antecedente ou subseqüente ou na solenidade de Todos os Santos. Na piedosa visita, recitam a oração dominical e o símbolo dos apóstolos: Pai-nosso e Creio”

Final de Novembro (último domingo do ano litúrgico) – Solenidade de Cristo Rei – Concede-se indulgência plenária ao fiel que recitar publicamente na solenidade de Jesus Cristo Rei.

Ato de consagração do gênero humano a Jesus Cristo Rei

Dulcíssimo Jesus, Redentor do gênero humano, lançai sobre nós que humildemente estamos prostrados na vossa presença, os vossos olhares. Nós somos e queremos ser vossos; e a fim de podermos viver mais intimamente unidos a vós, cada um de nós se consagra, espontaneamente, neste dia, ao vosso sacratíssimo Coração. Muitos há que nunca vos conheceram; muitos, desprezando os vossos mandamentos, vos renegaram. Benigníssimo Jesus, tende piedade de uns e de outros e trazei-os todos ao vosso 23 Sagrado Coração. Senhor, sede rei não somente dos fiéis, que nunca de vós se afastaram, mas também dos filhos pródigos, que vos abandonaram; fazei que estes tornem, quanto antes, à casa paterna, para não perecerem de miséria e de fome. Sede rei dos que vivem iludidos no erro, ou separados de vós pela discórdia; trazei-os ao porto da verdade e à unidade da fé, a fim de que, em breve, haja um só rebanho e um só pastor. Senhor, conservai incólume a vossa Igreja, e dai-lhe uma liberdade segura e sem peias; concedei ordem e paz a todos os povos; fazei que, de um pólo a outro do mundo ressoe uma só voz: louvado seja o coração divino, que nos trouxe a salvação; honra e glória a ele, por todos os séculos. Amém.

31 de dezembro – Concede-se indulgência plenária, quando recitado em público no último dia do ano.

Te Deum

A vós, ó Deus, louvamos,

a vós, Senhor, cantamos.

A vós, eterno Pai,

adora toda a terra.

A vós cantam os anjos,

os céus e seus poderes:

Sois Santo, Santo,

Santo, Senhor, Deus do universo!

Proclamam céus e terra

a vossa imensa glória.

A vós celebra o coro

glorioso dos Apóstolos.

Vos louva dos Profetas

a nobre multidão

e o luminoso exército

dos vossos santos mártires.

A vós por toda a terra

proclama a Santa Igreja,

ó Pai onipotente,

de imensa majestade.

E adora juntamente

o vosso Filho Único,

Deus vivo e verdadeiro,

e ao vosso Santo Espírito.

Ó Cristo, Rei da glória,

do Pai eterno Filho,

nascestes duma Virgem,

a fim de nos salvar.

Sofrendo vós a morte,

da morte triunfastes,

abrindo aos que têm fé

dos céus o reino eterno.

Sentastes à direita

de Deus, do Pai na glória.

Nós cremos que de novo

vireis como juiz.

Portanto, vos pedimos:

salvai os vossos servos,

que vós, Senhor, remistes

com sangue precioso.

Fazei-nos ser contados,

Senhor, vos suplicamos,

em meio a vossos santos

na vossa eterna glória.

(A parte que segue pode ser omitida, se for oportuno.)

Salvai o vosso povo.

Senhor, abençoai-o.

Regei-nos e guardai-nos

até a vida eterna.

Senhor, em cada dia,

fiéis, vos bendizemos,

louvamos vosso nome

agora e pelos séculos.

Dignai-vos, neste dia,

guardar-nos do pecado.

Senhor, tende piedade

de nós, que a vós clamamos.

Que desça sobre nós,

Senhor, a vossa graça,

porque em vós pusemos

a nossa confiança.

Fazei que eu, para sempre,

não seja envergonhado:

Em vós, Senhor, confio,

sois vós minha esperança!

Benção papal: Ganha indulgência plenária o fiel que recebe com piedade e devoção a bênção dada pelo Sumo Pontífice a Roma e ao mundo, ou dada pelo Bispo aos fiéis confiados ao seu cuidado, conforme a norma 10, parágrafo 2 deste manual, ainda que a bênção se receba por rádio ou televisão.

Primeira comunhão– Concede-se indulgência plenária aos fiéis que se aproximarem pela primeira vez da sagrada comunhão ou que assistem a outros que se aproximam.

Primeira missa do neo-sacerdote– Concede-se indulgência plenária ao sacerdote que, em dia marcado, celebra sua primeira missa, diante do povo, e aos fiéis que devotamente a ela assistem.

Jubileus de ordenação sacerdotal – Concede-se indulgência plenária ao sacerdote que, aos 25, 50, 60 anos de sua ordenação sacerdotal, renova diante de Deus o propósito de fidelidade aos deveres de sua vocação. Os fiéis que assistirem à missa jubilar do sacerdote, também eles podem ganhar a indulgência plenária.

Dia do padroeiro da Igreja–  visitar uma igreja catedral ou sua matriz paroquial e, nessa piedosa visita, recitar a Oração Dominical e o Símbolo dos Apóstolos (Pai-nosso e o Creio)

Festa do fundador de religiosos – Visita à igreja ou oratório de religiosos na festa do fundador Concede-se indulgência plenária ao fiel que visitar piedosamente urna igreja ou oratório de religiosos na festa de seu fundador e aí rezar o Pai-nosso e o Creio.

Aniversário de Batismo – Concede-se indulgência plenária ao fiel que renovar as promessas do batismo em qualquer fórmula de uso; se o fizer no aniversário de seu batismo.

Via-sacra

Concede-se indulgência plenária ao fiel que fizer o exercício da via-sacra, piedosamente.

Com o piedoso exercício da via-sacra renova-se a memória das dores que sofreu o divino Redentor no caminho do pretório de Pilatos, onde foi condenado à morte, até ao monte Calvário, onde morreu na cruz para a nossa salvação.

Para ganhar a indulgência plenária, determina-se o seguinte:

  1. O piedoso exercício deve-se realizar diante elas estações da via-sacra, legitimamente eretas.
  2. Requerem-se catorze cruzes para erigir a via-sacra; junto com as cruzes, costuma-se colocar outras tantas imagens ou quadros que representam as estações de Jerusalém.
  3. Conforme o costume mais comum, o piedoso exercício consta de catorze leituras devotas, a que se acrescentam algumas orações vocais. Requer-se piedosa meditação só da Paixão e Morte do Senhor, sem ser necessária a consideração do mistério de cada estação.
  4. Exige-se o movimento de uma para a outra estação. Mas se a via-sacra se faz publicamente e não se pode fazer o movimento de todos os presentes ordenadamente, basta que o dirigente se mova para cada uma das estações, enquanto os outros ficam em seus lugares.
  5. Os legitimamente impedidos poderão ganhar a indulgência com uma piedosa leitura e meditação da Paixão e Morte do Senhor ao menos por algum tempo, por exemplo, um quarto de hora.
  6. Assemelham-se ao piedoso exercício da via-sacra, também quanto à aquisição da indulgência, outros piedosos exercícios, aprovados pela competente autoridade: neles se fará memória da Paixão e Morte do Senhor, determinando também catorze estações.

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