20/02/2016

Papa aos jesuítas: sigam trabalhando pela dignidade das pessoas

por Boa Semente

A Companhia de Jesus no México publicou no canal no You Tube uma breve videomensagem do Papa Francisco aos jesuítas mexicanos gravada, ao que parece, durante o encontro ocorrido na sede da Nunciatura Apostólica na capital mexicana. O vídeo foi divulgado nesta quinta-feira (18/02). O Pontífice pede a seus confrades para trabalharem sem cessar pela […]

A Companhia de Jesus no México publicou no canal no You Tube uma breve videomensagem do Papa Francisco aos jesuítas mexicanos gravada, ao que parece, durante o encontro ocorrido na sede da Nunciatura Apostólica na capital mexicana. O vídeo foi divulgado nesta quinta-feira (18/02).

O Pontífice pede a seus confrades para trabalharem sem cessar pela dignidade das pessoas, em especial das que sofrem. E ressalta a importância da juventude mexicana e de seu patrimônio espiritual.

Uma saudação de irmão

Papa Francesco colheu a ocasião da visita de seis jesuítas à Nunciatura, logo no início de sua viagem, para enviar a mensagem a toda a Companhia.

Continuem trabalhando pela dignidade

“Continuem trabalhando pela dignidade, a dignidade de Jesus que está em toda mulher e homem do México”: esta é a exortação principal de Francisco a seus irmãos jesuítas. “O México – revela – tem um rosto jovem”.

O México sofre, mas o México é grande

“O México sofre – constata com tristeza – mas o México é grande, tem coisas lindas, tem uma riqueza impressionante, uma história original, quase única na América Latina”. E esta, segundo Francisco, é a força inestimável dos mexicanos. O Pontífice assegura suas orações e pede aos jesuítas que trabalhem pela causa do Beato mártir Miguel Augustin Pro, jesuíta de Guadalupe.

Ainda durante o encontro, os jesuítas mexicanos doaram ao Papa as relíquias do mártir morto em 1927 nas perseguições anticatólicas perpetradas pelo regime anticlerical de Plutarco Elías Calles.

Presidente do México entre 1924 e 1928, foi o autor da famosa ‘lei Calles’ (1926), que fazia aplicar rigorosamente as disposições anticlericais constantes da constituição de 1917. Entre outras coisas, a lei Calles previa multas para sacerdotes que se apresentassem em público com vestes religiosas e pena de prisão de 5 anos para os padres que criticassem o governo.

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