Livres da tristeza do pecado
Antônio de Pádua Costa de Almeida - 30/Junho/2012
Reencontrando a alegria da santidade
Quando nos fechamos à graça de Deus, rebelando-nos contra a Sua vontade, abrimo-nos à destruição e caminhamos para a total desolação. Sem exceção, todos nós sofremos quando nos distanciamos de Deus e do Seu querer benevolente. Acontecendo isto, resta-nos nos derramar de todo coração na Sua presença, chorando os nossos pecados e clamando a Sua infinita misericórdia. Portanto, reconheçamos os nossos erros, as suas tristes consequências, e clamemos o socorro misericordioso do Senhor. A Ele pertencemos e contaremos certamente com o Seu auxílio, desde que sejamos sinceros na nossa súplica e na nossa disposição de glorificá-Lo com a nossa vida.
É em Cristo, o Filho de Deus, que encontramos a Sua complacência. Aproximemo-nos d’Ele com humildade, fé e confiança, e seremos prontamente atendidos. Ele mesmo vem ao nosso encontro para nos libertar do mal que nos abate, de modo que possamos servir livremente no Seu Reino de amor, dedicando-nos aos irmãos. Coloquemo-nos em torno d’Ele, certos de que expulsará o mal de nossas vidas e nos capacitará ao bem para o qual fomos criados, assistindo-nos em todas as nossas necessidades.
Reconheçamos as nossas quedas, as nossas infidelidades, e supliquemos a Jesus que nos erga e restaure em nós a perfeita obediência ao Pai, por meio do Seu Espírito. Invoquemos o auxílio de Nossa Senhora, de modo que, assim como ela, permaneçamos na vontade de Deus e desfrutemos da alegria desta indispensável comunhão de amor.
Lembremos de que o pecado sempre gera a tristeza, enquanto a santidade frutifica na verdadeira alegria. Todavia, tendo nele caído, nunca nos entreguemos ao desespero, pois, em Cristo, a amizade com o Pai e a felicidade que dela nasce sempre podem ser restituídas. Sendo assim, nos libertemos da tristeza do pecado, tendo um coração sinceramente arrependido e aberto à misericórdia divina, e nos empenhemos, colaborando com a graça de Deus, para permanecermos numa vida santa.
cf. Lamentações 2,2.10-14.18-19;
Salmo 73; Mateus 8,5-17)
Que Deus lhe abençoe e Maria lhe guarde!
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