Guiados por Cristo
O Senhor insiste pela nossa conversão porque quer a nossa felicidade. Ele nos motiva a estarmos atentos aos Seus ensinamentos, deixando que a Sua graça nos purifique, e a rejeitarmos toda forma de pecado. Com determinação, devemos deixar de fazer o mal e aprender a fazer o bem. Vivamos retamente, segundo o querer de Deus, amando a todos, especialmente aos mais necessitados.
A partir desta nossa sábia decisão, contaremos certamente com o auxílio divino para que sejamos santificados, por mais que nossa vida esteja comprometida pelo erro. A felicidade está ao alcance das nossas mãos! Para dela desfrutarmos, basta que optemos pela obediência a Deus. Caso contrário, estaremos escolhendo a tristeza eterna.
Quem decide pela retidão alcança a salvação! Viver retamente é dar os passos que Deus nos indica e não simplesmente fazer muitas coisas para Ele como forma de compensação. Deus quer o nosso amor sincero e não que vivamos de aparência. Ele conhece o nosso coração. Fujamos de toda hipocrisia e ofereçamos a Deus uma vida autenticamente santa como Ele merece, honrando-O de verdade.
Cristo, o Filho de Deus, nos adverte para que não imitemos o exemplo daqueles que dizem, mas, não fazem o que é certo. Ao contrário, tenhamos palavras santas e uma vida que corresponda a elas, servindo de modelo para nossos irmãos. Vivamos a santidade com espontaneidade, pela graça de Deus, não apenas para atrair elogios. Santificados pelo Espírito, humildemente reconheçamos que tudo de bom que fazemos é fruto da graça divina. Não busquemos nenhuma forma de honraria, testemunhando para todos que Deus é o nosso único Mestre, Pai e Guia, tendo revelado plenamente Sua vontade a nós por meio de Seu Filho Jesus, a quem devemos seguir com toda convicção e alegria, no humilde serviço da caridade, dando a vida uns pelos outros.
Oremos, pedindo a Cristo que nos ajude a alcançar uma verdadeira conversão do coração, de modo que, assim como Ele, vivamos exclusivamente a vontade do Pai, animados pelo Seu Espírito. Invoquemos a intercessão de Nossa Senhora, para que amemos a Deus e aos irmãos com a sua mesma sinceridade, de modo a desfrutarmos ao seu lado da bem aventurança dos santos.
Falemos e vivamos santamente, motivando a todos à constante prática do bem. Só uma vida autenticamente santa é verdadeiramente feliz, porque é o que Deus pensou para ela.
(cf. Isaías 1,10.16-20;
Salmo 49; Mateus 23,1-12)
Que Deus lhe abençoe e Maria lhe guarde!
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Quando o nosso coração se volta integralmente para Deus a nossa vida experimenta uma radical mudança que nos conduz à felicidade. A sinceridade do coração agrada a Deus e atrai o Seu olhar para quem a pratica, pois Ele é totalmente verdadeiro. Que Jesus possa me ensinar a cada dia a verdadeira conversão e que Nossa Senhora me ensine a ser semelhante a Jesus em suas ações. Que Deus lhe abençoe e Maria lhe guarde! Amém!
Assim como o julgamento, o perdão dos pecados é obra divina. Em Sua misericórdia, Deus põe fim ao pecado do homem, que é deste modo restabelecido em sua verdadeira relação com Ele. NÃO EXISTE FALTA QUE ESGOTE O PERDÃO DIVINO! A condição exigida por Deus é a confissão com arrependimento e a mudança interior que Ele supõe. “Quem me oferece uma confissão me glorifica, e ao homem íntegro mostrarei a salvação de Deus.” Imitemos a Cristo na submissão à vontade do Pai, com humildade e no serviço aos irmãos, para que com Ele sejamos exaltados e em nós Cristo seja glorificado. “O maior dentre vós será aquele que vos serve. Aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado”.
Deus, em sua Misericórdia sem fim, sempre nos proporciona oportunidades e situações para que possamos nos converter e amadurecer a nossa fé cada vez mais. É justamente nessas oportunidades que Deus nos dá que devemos aproveitar para nos deixar moldar, como o vaso nas mãos do Oleiro. Aos poucos Deus nos moldará e nos fará uma Bela Obra Prima! Amém! Amém!
Jesus nos chama atenção para a necessidade de viver a coerência em nossa vida cristã. Ele não se agrada quando a nossa atitude de louvá-Lo não condiz com a nossa prática. Pois, nada adianta sermos religiosos, frequentarmos a Igreja, se negamos tudo isso diariamente com as nossas atitudes. Jamais devemos permitir que nossos atos reneguem a nossa fé, pois a mesma só tem sentido quando vem acompanhada pelas obras. Peçamos ao Pai Eterno a força do seu Espírito Santo para sermos fiéis e que nossa fidelidade seja a melhor pregação. Palavras nada servem se não forem comprovadas e consagradas pelos atos. E, como Maria,a humilde serva do Senhor, possamos ser canais de conversão para todos que cruzam o nosso caminho.