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Missão Morada Nova

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17
Fev

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por casaespíritosanto

       O Município de Morada Nova pertence à mesorregião do Jaguaribe, inserida na microrregião do Baixo Jaguaribe, fazendo parte da 10 ª Região Administrativa do Estado do Ceará.


          O Município tem 2.796 km2, sendo o sexto maior em área territorial no Estado de Ceará.

        Morada Nova apresenta os seguintes limites geográficos:

ao Norte com os municípios de Ocara, Cascavel e Beberibe;

ao Sul com Jaguaretama e Jaguaribara;

ao Leste com Russas, Limoeiro do Norte, São João do Jaguaribe e Alto Santo;

a Oeste com Ocara, Aracioaba, Ibaretama, Ibicuitinga, Banabuiú e Quixadá.


        O Município dista 163 km de Fortaleza, através dos trechos de BR-116 e CE-138, e 150 km, em linha reta. A tabela abaixo mostra as principais vias de ligação de Morada Nova com os municípios vizinhos e com a Capital do Estado e outras grandes cidades do Brasil.

 

Trecho

Vias

Distância (km)

Morada Nova - Fortaleza
Morada Nova - Limoeiro do Norte
Morada Nova - Ibicuitinga/Quixadá
Morada Nova - Jaguaretama

CE-138 e BR-116
CE-265
CE-265
CE-371

163
35
32/76
75

Coordenadas Geográficas da Sede

        Uma precisa localização da Sede de Morada Nova pode ser obtida pela utilização das seguintes coordenadas geográficas:

  • 05º06'24" de Latitude Sul;

  • 38º22'21" de Longitude Oeste;

  • 89 metros de Altitude. 

Divisão Política

        Politicamente, Morada Nova está dividida em oito distritos administrativos: Aruarú, Boa Água, Juazeiro de Baixo, Pedras, Roldão, Uiraponga, Lagoa Grande e o Distrito Sede.


Aspectos Climáticos

        O domínio morfoclimático é o das Caatingas Semi-Áridas, nos termos da classificação de Ab'Saber.

        O clima semi-árido, predominante no Nordeste brasileiro, é marcado pela existência de dois períodos definidos: um seco e longo e outro úmido, curto e irregular.

        A irregularidade chuvosa varia no espaço e no tempo. O período seco tem mais de oito meses, sua duração média, e a seca é caracterizada quando essas estiagens permanecem por tempo superior a um ano.

Precipitação Pluviométrica

        Na área de Morada Nova, a influência do clima regional nas condições de pluviometria é marcante.

        Essa área também caracteriza-se pela existência de dois períodos pluviométricos, um seco e outro chuvoso. Esse último ocorre de janeiro a maio, com maiores precipitações no mês de abril, onde, em geral, atingem a faixa dos 200 mm. Os outros meses do ano são secos ou de baixas precipitações. O período de agosto a novembro é o de menos precipitação.

        As média anuais de precipitações, que definem as áreas semi-áridas do Nordeste, situam-se em torno de 800 mm. Em Morada Nova precipitações ditas como normais ligeiramente inferiores à média nordestina, situando-se em torno de 7.1,3 mm, de acordo com a série de estatística da FUNCEME para o período de 1974/97.

Temperatura

 

        A temperatura do município é muito estável, uma vez que suas variações mensais, de janeiro a dezembro de cada ano, situam-se em torno de apenas 1 ºC. contudo, essa insignificante variação anual não se repercute no período diurno, bastante acentuada, devido à forte insolação incidente durante o dia, característica da semi-aridez da área.

História

  A origem do município de Morada Nova remonta ao século XVIII, quando nas proximidades do rio Banabuiú estabeleceram-se os colonizadores Alferes José de Fontes Pereira de Almeida e seu irmão Capitão Dionísio de Matos Fontes. Em torno dessa fazenda, denominada por seus proprietários de Morada Nova, formar-se-ia a povoação da qual teria origem ao Município.
 A elevação do Distrito à categoria de Município, com a denominação de Morada Nova, provém da Lei Estadual nº 2.336, de 3 de novembro de 1925, tendo sido instalado a 6 de janeiro de 1926.
Igreja: As primeiras manifestações de apoio eclesial têm como precedente requerimento formulado pelos fazendeiros Alferes José de Fontes Pereira de Almeida e seu irmão Capitão Dionísio de Matos Fontes,  requerimento esse endereçado a D. João da Purificação Marques Perdigão, Bispo de Pernambuco, solicitando permissão para edificação de uma capela no reduto, e a ter como padroeiro o Divino Espírito Santo. Concedida a autorização, dever-se-iam iniciar os respectivos trabalhos, porém, à vista de desentendimento por parte dos requerentes irmãos, quanto à localização do templo, prolongaram-se as querelas. Convocados, então, os demais habitantes do reduto, no sentido de opinar a respeito, apresentou-se como vencedor o local preferido pelo Alferes José de Fontes e constante de 25 braças em quadro, conforme escritura datada de 1º de janeiro de 1834, além de Segunda doação, constante de 300 braças, que seria feita pelo Capitão Dionísio de Fontes, cujo registro manteria a data de 29 de dezembro do mesmo ano.

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br/ce/morada_nova

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