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04/10/2020

3° dia do Tríduo a Santa Faustina Kowalska

“Espírito Santo, dá-me a graça de uma confiança inquebrantável em razão dos méritos de Jesus Cristo, e temerosa em razão da minha fraqueza.

3° dia do Tríduo a Santa Faustina Kowalska

 

1 – SINAL DA CRUZ

2 – VINDE ESPÍRITO SANTO…

Do Beato Miguel Sopocko

 

“Espírito Santo, dá-me a graça de uma confiança inquebrantável em razão dos méritos de Jesus Cristo, e temerosa em razão da minha fraqueza.

 

Quando a pobreza bater à minha porta:

JESUS, EU CONFIO EM VÓS.

Quando me visitar a doença ou a deficiência física:

JESUS, EU CONFIO EM VÓS.

Quando o mundo me rejeitar e me perseguir com o seu ódio:

JESUS, EU CONFIO EM VÓS.

Quando a negra calúnia me manchar e encher de amargura:

JESUS, EU CONFIO EM VÓS.

Quando me abandonarem os amigos e me ferirem com suas palavras e suas ações:

JESUS, EU CONFIO EM VÓS.

 

Espírito de amor e de misericórdia, sê meu refúgio, meu doce consolo, minha aprazível esperança, para que nas mais difíceis circunstâncias da minha vida eu nunca deixe de confiar em Ti. Amém!”.

 

3 – INTENÇÕES:

 

4 – ORAÇÃO INICIAL

De São João Paulo II

 

“E tu, Faustina, dom de Deus ao nosso tempo, dádiva da terra da Polônia à Igreja inteira, obtém-nos a graça de perceber a profundidade da misericórdia divina, ajuda-nos a torná-la experiência viva e a testemunhá-la aos irmãos! A tua mensagem de luz e de esperança se difunda no mundo inteiro, leve à conversão os pecadores, amenize as rivalidades e os ódios, abra os homens e as nações à prática da fraternidade. Hoje, ao fixarmos contigo o olhar no rosto de Cristo ressuscitado, fazemos nossa a tua súplica de confiante abandono e dizemos com firme esperança:

 

Jesus Cristo, confio em Ti! Amém!”.

5 – ATO DE OFERECIMENTO A JESUS MISERICORDIOSO

“Ó meu Jesus, desejo sofrer e arder na chama do amor em todos os acontecimentos da vida. Sou toda Vossa e em Vós desejo perder-me. Ó Jesus, desejo perder-me na Vossa divina beleza! Vós me perseguis, ó Senhor, com o Vosso amor, como o raio do sol atravessais o meu interior e transformais as trevas da minha alma na Vossa luz. Tenho a viva sensação de ser em Vós como uma pequena fagulha arrebatada pelo fogo inconcebível em que ardeis, ó Trindade inconcebível! Não há alegria maior do que o amor de Deus. Já aqui na terra podemos saborear a felicidade dos habitantes do céu, pela estreita união com Deus — uma união singular e que nós, muitas vezes, não compreendemos. Pode-se obter a mesma graça pela simples fidelidade da alma” Amém (D. 507).

 

6 – DIÁLOGO DE CRISTO MISERICORDIOSO COM A SANTA SOBRE:

 

A ALMA SOFREDORA

 

” — Jesus: Alma, vejo que estás sofrendo muito. Vejo que não tens força nem sequer para falar Comigo. Eis que Eu mesmo falarei contigo. Ainda que os teus sofrimentos sejam os maiores, não percas a tranquilidade de espírito nem te abandones ao desânimo.

No entanto, diz para Mim, Minha filha, quem ousou ferir o teu coração? Conta-Me tudo, fala-Me de tudo, sê sincera no procedimento Comigo, desvenda-Me todas as feridas do teu coração. Eu as curarei, e o teu sofrimento se tornará fonte da tua santificação.

— Alma: “Senhor, meus sofrimentos são tão grandes e tão numerosos e duram há tanto tempo que começo a desanimar”.

— Jesus: Minha filha, não podes desanimar. Sei que confias em Mim sem limites, sei que conheces a Minha bondade e a Minha misericórdia. Então, talvez possamos conversar detalhadamente sobre tudo o que aflige o teu coração.

— Alma: “Tenho tantas coisas para Vos dizer que não sei do que falar primeiro, nem como expressar tudo isso”.

— Jesus: Fala Comigo com simplicidade, como entre amigos.

Então, conta-Me, Minha filha, o que te detém no caminho da santidade?

— Alma: “A falta de saúde me detém no caminho da santidade.

Não posso cumprir as obrigações; sou a própria inutilidade. Não posso mortificar-me, jejuar rigorosamente, como faziam os santos. Ou, então, não acreditam que estou doente, e ao sofrimento físico ajunta-se o sofrimento moral, donde decorrem muitas humilhações. Estais vendo, Jesus? Como posso tornar-me santa?”.

— Jesus: Filha, é verdade, tudo isso é sofrimento, mas não existe outro caminho para o céu além do caminho da cruz. Eu mesmo passei primeiro por ele. Deves saber que é o caminho mais curto e o mais seguro.

— Alma: “Senhor, um outro obstáculo que me opõe dificuldades no caminho da santidade é que Vos sou fiel; perseguem-me e por esse motivo causam-me muitos sofrimentos”.

— Jesus: Deves saber que é por não seres deste mundo que o mundo te odeia. Primeiro perseguiu a Mim. A perseguição é a prova de que estás seguindo fielmente os Meus passos.

— Alma: “Senhor, o que me desanima é que nem as superioras, nem o confessor me entendem em meus sofrimentos interiores. As trevas escureceram a minha mente, e como devo seguir adiante? Tudo isso, de certa forma, me desanima e penso que as alturas da santidade não são para mim”.

— Jesus: Bem, Minha filha, desta vez Me disseste muita coisa.

Sei que é um grande sofrimento ser incompreendida, e mais ainda por aqueles que amamos e com os quais devemos ser sinceros.

Porém, seja-te suficiente que Eu te compreendo em todas as tuas penas e misérias. Regozijo-Me com a fé profunda que, apesar de tudo, tens em Meus representantes. Mas deves saber que os homens nunca serão capazes de compreender inteiramente a alma, porque isso está acima das suas possibilidades. Por isso, Eu mesmo fiquei na terra, para consolar teu coração aflito e fortalecer a tua alma, para que não desfaleças no caminho. Dizes que grandes trevas obscurecem a tua mente; então, por que não Me procuras nesses momentos? Eu sou a luz, e posso num momento derramar na tua alma tanta luz e compreensão da santidade que não poderias encontrar em livro algum. Nenhum confessor é capaz de assim instruir e iluminar a alma. Deves saber ainda que, por essas trevas das quais te queixas, Eu passei por primeiro por ti no Jardim das Oliveiras. A Minha Alma estava oprimida por uma tristeza mortal, e estou dando a ti uma parcela desses sofrimentos, pelo Meu amor especial para contigo e pelo elevado grau de santidade que te destino no céu. A alma sofredora é a que se encontra mais próxima do Meu Coração.

— Alma: “Mas ainda uma coisa, Senhor: o que fazer se sou repelida e rejeitada pelas pessoas, especificamente por aquelas com quem tinha o direito de contar, e ainda nos momentos de maior necessidade?”.

— Jesus: Minha filha, faz o propósito de nunca te apoiares nas pessoas. Conseguirás muita coisa se te submeteres inteiramente à Minha vontade e disseres: “Faça-se em mim não como eu quero, mas segundo a Vossa vontade, ó Deus”. Deves saber que essas palavras, pronunciadas da profundeza do coração, nesse mesmo instante elevam a alma ao auge da santidade. Por uma alma assim tenho predileção especial. Ela Me dá grande glória. Ela enche o céu com o perfume da sua virtude. Mas deves saber que a força que tens em ti para suportar os sofrimentos decorre da santa Comunhão frequente; portanto, vem com frequência a esta fonte da misericórdia e tira com o vaso da confiança tudo de que necessitares.

— Alma: “Graças Vos sejam dadas, Senhor, por Vossa inconcebível bondade, por Vos terdes dignado ficar conosco neste exílio e habitar conosco como Deus de misericórdia, (90) e por derramardes à nossa volta o brilho da Vossa compaixão e bondade. Foi à luz dos Vossos raios de misericórdia que compreendi quanto me amais” (D. 1487 )

 

7 – FORMA DE DIVULGAR A DIVINA MISERICÓRDIA

 

HORA DA MISERICÓRDIA

 

“Em outubro de 1937, em Cracóvia, em circunstâncias não especificadas pela irmã Faustina, Nosso Senhor mandou venerar a hora da Sua morte:

‘Todas as vezes que ouvires o relógio bater três horas da tarde, deves mergulhar toda na Minha misericórdia, adorando-a e glorificando-a.

Implora a onipotência dela em favor do mundo inteiro e especialmente dos pobres pecadores, porque nesse momento [a misericórdia] foi largamente aberta para toda a alma’ (D. 1572).

Nosso Senhor também mencionou de maneira precisa os meios próprios de oração para essa forma de culto à Misericórdia Divina: ‘Minha filha — disse Nosso Senhor — procura rezar, nessa hora, a via-sacra, na medida em que te permitirem os teus deveres, e se não puderes fazer a via-sacra, entra, ao menos por um momento, na capela e adora o Meu Coração, que está cheio de misericórdia no Santíssimo Sacramento. Se não puderes ir à capela, recolhe-te em oração onde estiveres, ainda que seja por um breve momento’ (D. 1572).

O teólogo padre Różycki indica as condições para que a oração dirigida nessa hora seja escutada: a prece deve ser dirigida a Jesus Cristo e recitada às três horas da tarde, deve recorrer ao valor e aos méritos da Paixão de Cristo.

‘Nessa hora — prometeu Nosso Senhor — conseguirás tudo para ti e para os outros. Nessa hora realizou-se a graça para o mundo inteiro: a misericórdia venceu a justiça’ (D. 1572).

A divulgação do culto à Misericórdia Segundo o teólogo prof. Różycki, a promessa de Jesus se refere também à divulgação do culto à Divina Misericórdia: ‘As almas que divulgam o culto à Minha misericórdia, Eu as defendo por toda a vida como uma terna mãe defende o seu filhinho e na hora da morte não serei para elas Juiz, mas Salvador’ (D. 1075).

A essência do culto à Misericórdia de Deus consiste numa atitude de confiança cristã em Deus e de um amor ativo para com o próximo. Nosso Senhor disse: ‘Desejo a confiança das Minhas criaturas’ (D. 1059). Jesus pede ainda obras de misericórdia: ações, palavras e oração. ‘Deves mostrar-te misericordiosa com os outros, sempre e em qualquer lugar. Tu não podes te omitir, desculpar-te ou justificar-te’ (D. 742). Jesus deseja que os Seus devotos cumpram em cada dia pelo menos um ato de amor para com o próximo.

 

A DIVULGAÇÃO DO CULTO À MISERICÓRDIA DIVINA

 

Não exige necessariamente muitas palavras, mas sempre uma atitude cristã de fé, de confiança em Deus, tornando as pessoas cada vez mais misericordiosas. O exemplo deste apostolado foi-nos dado pela irmã Faustina durante toda a sua vida. O culto à Misericórdia Divina conduz à renovação da vida religiosa na Igreja em espírito de confiança e de misericórdia cristã.

É neste contexto que se deve interpretar a ideia da ‘nova congregação’ que encontramos nas páginas do Diário. Esse pensamento teve uma certa evolução: de uma congregação contemplativa, torna-se um movimento formado seja de congregação de vida ativa, seja de leigos. Esta vasta comunidade humana, que ultrapassa as nações, constitui uma família unida por Deus no mistério da Sua misericórdia, no desejo de refletir aquele divino atributo no coração e também na atividade de cada um e para Sua glória em todas as almas. Há assim uma grande comunidade que, de diversas maneiras, dependendo do seu estado e da sua vocação (sacerdotal, religiosa, laical), tem o ideal da confiança e da misericórdia e, com o seu testemunho e a sua palavra, proclama o inconcebível mistério da Misericórdia Divina, implorando-a para o mundo. A missão da irmã Faustina encontra a sua profunda justificação na Sagrada Escritura e nos documentos da Igreja, sendo notável o modo como está em concordância com a Encíclica de João Paulo II, Dives in Misericordia — ‘Deus rico em misericórdia’.

(p.12 a 14 – Da introdução do Diário de Santa Faustina.)

 

8 – AJUDA DO CÉU:

 

SÃO JOÃO PAULO II

 

São João Paulo ll não conheceu pessoalmente Santa Faustina, embora os dois fossem contemporâneos, vivesem na mesma cidade e ambos poloneses.

“O primeiro encontro de Karol Wojtyla (futuro Papa São João Paulo II) com a mensagem da Misericórdia foi por obra da Providência Divina e se deu através da veneração do quadro de Jesus Misericordioso. Todos os dias, antes ou depois do trabalho, ele passava na capela do convento onde vivia Irmã Faustina, e onde se encontrava o quadro de Jesus Misericordioso. Naquele tempo ele ainda não podia imaginar que Deus o estava preparando para realizar uma grande missão na Igreja.

‘Quando, durante a guerra, trabalhava como operário na fábrica Solvay, que ficava perto do monastério de Łagiewniki, me recordo de ter parado muitas vezes junto ao túmulo de Irmã Faustina’, relatou João Paulo II quando fez a consagração do Santuário da Divina Misericórdia da Polônia.

Karol Wojtyla já tinha ouvido falar da Irmã Faustina e das mensagens que ela recebia de Jesus, mas o seu interesse cresceu quando um amigo de seminário, Andrej Deskur, lhe explicou melhor o conteúdo das mensagens.

 

Quando era Cardeal, Karol Wojtyla teve um papel fundamental para a divulgação da devoção à Divina Misericórdia, por dois os motivos:

 

– Em 1959 o Santo Ofício havia proibido a difusão do culto da Divina Misericórdia. Isto aconteceu devido às más traduções das mensagens do polonês para o italiano. Então, o Cardeal Wojtyla providenciou um estudo sobre as mensagens de Jesus a Faustina, e enviou os resultados ao Vaticano. Desta maneira, obteve a permissão para a realização do culto da Divina Misericórdia.

 

– Também foi o Cardeal Wojtyla quem tomou as providências necessárias para iniciar o processo de beatificação da Irmã Faustina. O que ele não imaginava é que caberia a ele a graça de beatificá-la, no ano de 1993, e de canonizá-la, no Jubileu do ano 2000 – na celebração do Segundo Domingo de Páscoa. Nesta mesma celebração o Papa instituiu este domingo como o Domingo da Divina Misericórdia.

 

Na homilia, João Paulo II disse: “A canonização da Irmã Faustina tem uma eloquência particular: mediante este ato quero hoje transmitir esta mensagem (da Divina Misericórdia) ao novo milênio. Transmito-a a todos os homens para que aprendam a conhecer sempre melhor o verdadeiro rosto de Deus e o genuíno rosto dos irmãos”.

 

Existe até pessoas que ver São João Paulo ll apóstolo como o cumprimento da profecia que Jesus confiou a Santa Faustina:

“Quando estava rezando pela Polônia, ouvi estas palavras: ‘Amo a Polônia de maneira especial e, se ela for obediente à Minha vontade, Eu a elevarei em poder e santidade. Dela sairá a centelha que preparará o mundo para a Minha Vinda derradeira (D. 1732).

Aos 17 de agosto de 2002, após a dedicação da Basílica da Divina Misericórdia, João Paulo II confiou todo o mundo à Misericórdia Divina. Ele assim se expressou: “hoje, neste Santuário, quero solenemente confiar o mundo à Divina Misericórdia. Faço-o com o desejo ardente que a mensagem do amor misericordioso de Deus, aqui proclamada por meio de Santa Faustina, chegue a todos os habitantes da terra e encha os corações de esperança. Tal mensagem se difunda deste lugar em toda nossa amada Pátria e no mundo. Cumpra-se a firme promessa do Senhor Jesus: daqui deve sair “a chama que preparará o mundo para a sua ultima vinda” (Diário 1732). É preciso acender esta chama da graça de Deus. É preciso transmitir ao mundo este fogo da misericórdia. Na misericórdia de Deus o mundo encontrará a paz, e o homem a felicidade. Confio esta missão a vós, caríssimos Irmãos e Irmãs, à Igreja que está em Cracóvia e na Polônia, e a todos os devotos da Divina Misericórdia que aqui chegarão da Polônia e do mundo inteiro.” (Homilia a Lagiewniki, 17-08-2002).

“Foi um dos líderes que mais viajaram na história, tendo visitado 129 países durante o seu pontificado. Sabia se expressar em italiano, francês, alemão, inglês, espanhol, português, ucraniano, russo, servo-croata, esperanto, grego clássico e latim, além do polaco, sua língua materna. Como parte de sua ênfase especial na vocação universal à santidade, beatificou 1345 pessoas e canonizou 483 santos quantidade maior que todos os seus predecessores juntos pelos cinco séculos passados. Em 2 de abril de 2005, morreu devido à sua saúde débil e o agravamento da doença de Parkinson. Em 19 de dezembro de 2009, João Paulo II foi proclamado ‘Venerável’ pelo seu sucessor papal, o Papa Bento XVI.[21] Foi proclamado Beato em 1 de maio de 2011, pelo Papa Bento XVI na Praça de São Pedro no Vaticano.[22] Em 27 de abril de 2014, numa cerimônia inédita presidida pelo Papa Francisco, e com a presença do Papa Emérito Bento XVI, foi declarado Santo juntamente com o Papa João XXIII.

Sua festa litúrgica é dia 22 de outubro”.

 

São João Paulo ll com Santa Faustina Kowalska – Rogai por nós.

 

9 – ORAÇÃO FINAL

 

Santa Faustina Kowalska, Virgem

ORAÇÃO

(Coleta – própria da Missa da Santa)

 

“Ó Deus, que confiou a Tua misericórdia infinita, as grandes riquezas, a santa Faustina para serem difundidas ao longo desta tarefa, pela intercessão da mesma a nós, concede-nos, que por seu exemplo, possamos ser capazes de receber de Tua bondade eterna, ter plena confiança na obra generosa de tua de caridade, e concluí-la. Por Cristo Senhor nosso, na unidade do Espírito Santo” Amém!

 

Pai Nosso…

Santa Maria…

Glória ao Pai…

 

Santa Faustina Kowalska – Apóstola da Divina Misericórdia – Rogai por nós.

 

Fontes consultadas:

 

Diário A MISERICÓRDIA DIVINA NA MINHA ALMA Santa Maria Faustina Kowalska – Ed. Apostolado da Divina Misericórdia. Ano 1995;

http://www.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/homilies/2000/documents/hf_jp-ii_hom_20000430_faustina.html

https://www.vatican.va/roman_curia/congregations/ccdds/documents/rc_con_ccdds_doc_20191007_decreto-celebrazione-verginediloreto-adnexus_la.html

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