Selecione um blog:











Os coordenadores de todos os grupos de oração e ministérios se fizeram presentes. Em uma formação pessoal e comunitária, os pastores renovaram o seu sim ao Pastor por excelência: Jesus Sacramentado, onde foi assim concluído no final do dia.







02 de abril de 2010 (Mirjana)
Queridos filhos!
Hoje Eu lhes abençôo de uma forma especial e rezo para que vocês possam voltar ao caminho certo para o meu Filho - o seu Salvador, o seu Redentor - a Ele que lhes deu a Vida Eterna. Reflitam sobre tudo de humano, sobre tudo o que não permite que vocês se definam pelo meu Filho - na transitoriedade, nas imperfeições e limitações - e então pensem em Meu Filho, em sua infinitude Divina. Por sua entrega e oração enobreçam seu corpo e aperfeiçoem sua alma. Estejam prontos, meus filhos.
Obrigada
A casa do Noviciado teve a alegria de receber nesta quarta e quinta feira, a presença do fundador, sua família e a postulante Leila. Foi um momento de graça e de grande alegria para nós.
Pe. Pedro também esteve conosco desde terça feira, para dar formação para as noviças.
Devemos ser sinais vivos de Deus, que é o próprio amor! (cf. 1 Jo 4,16). A essência da nossa missão como batizados é amar! Não nos basta acreditar em Deus e n’Ele esperar, é preciso que amemos como Ele, sentindo-nos por Ele muito amados. (SEMENTES DE VIDA)
Nestes últimos dias a Ir. Beatriz iniciou com as noviças: Roberlândia e Rôsivanda, o curso Tecendo o Fio de Ouro.
De uma forma ou de outra, todos os santos falam na necessidade do autoconhecimento para se chegar ao Deus verdadeiro e dos perigos que a falta de conhecimento de si representam para a vida espiritual, para a maturidade humana e capacidade de amar. É este tembém o princípio do livro, que propõe um retiro para o autoconhecimento e a cura interior, tocando em questões cruciais como a identidade sexual e o discernimento da vocação pessoal (estado de vida), e chegando à proposta do Projeto Pessoal de Vida como via concreta para uma vida mais santa e madura, direciona para a caridade.

É indicado para todas as pessoas que desejam crescer no autoconhecimento, aprofundar-se na cura interior e reorientar todas as áreas do seu ser, segundo o amor. É indicado, ainda, para cursos intensivos ou semanais visando o autoconhecimento, a cura interior e o projeto de vida, sempre com vistas ao amor.
Emmir Nogueira Cofundadora da Comunidade Católica Shalom.

Desde os inícios da Comunidade Shalom, Maria Emmir trabalhou na formação, apostolado que exerce até os dias de hoje, como assessora de formação da Comunidade Shalom. Nestes 25 anos que se seguiram ao seu primeiro batismo no Espírito Santo, tem pregado por todo o Brasil, na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia. Colabora assiduamente com a revista Shalom Maná, cujo nascimento acompanhou, é autora de diversos Estudos Bíblicos, entre eles o Enchei-vos, Luz para os meus passos I; exercícios de Oração para a Formação Básica I e II; A Promessa; Não Tenhas Medo; A Fenda da Rocha; Filho de Deus, Menino Meu.

Cura interior e santidade são a mesma coisa. A verdadeira cura interior é a santidade, é quando não sou mais eu que vivo, mas Cristo que vive em mim. Quando não me centralizo em mim mesmo, mas em Deus.
QUE DEUS NOS ABENÇOE E MARIA NOS GUARDE!!!!

Queridos irmãos e irmãs!
Transmito-vos o anúncio da Páscoa com estas palavras da Liturgia, que repercutem o antiqüíssimo hino de louvor dos hebreus depois da travessia do Mar Vermelho. Conta o Livro do Êxodo (cf. 15, 19-21) que, depois de atravessarem o mar enxuto e terem visto os egípcios submersos pelas águas, Miriam – a irmã de Moisés e Aarão – e as outras mulheres entoaram, dançando, este cântico de exultação: «Cantai ao Senhor que Se revestiu de glória. Precipitou no mar o cavalo e o cavaleiro!» Por todo o mundo, os cristãos repetem este cântico na Vigília Pascal, cujo significado é depois explicado na respectiva oração; uma oração que agora, na plena luz da Ressurreição, jubilosamente fazemos nossa: «Também em nossos dias, Senhor, vemos brilhar as vossas antigas maravilhas: se outrora manifestastes o vosso poder libertando um só povo da perseguição do Faraó, hoje assegurais a salvação de todas as nações fazendo-as renascer pela água do Batismo: fazei que todos os povos da terra se tornem filhos de Abraão e membros do vosso povo eleito».
O Evangelho revelou-nos o cumprimento das figuras antigas: com a sua morte e ressurreição, Jesus Cristo libertou o homem da escravidão radical, a do pecado, e abriu-lhe a estrada para a verdadeira Terra Prometida, o Reino de Deus, Reino universal de justiça, de amor e de paz. Este «êxodo» verifica-se, antes de mais nada, no íntimo do próprio homem e consiste num novo nascimento no Espírito Santo, efeito do Batismo que Cristo nos deu precisamente no mistério pascal. O homem velho cede o lugar ao homem novo; a vida anterior é deixada para trás, pode-se caminhar numa vida nova (cf. Rm 6, 4). Mas o «êxodo» espiritual é princípio duma libertação integral, capaz de renovar toda a dimensão humana, pessoal e social.
Sim, irmãos, a Páscoa é a verdadeira salvação da humanidade! Se Cristo – o Cordeiro de Deus – não tivesse derramado o seu Sangue por nós, não teríamos qualquer esperança, o destino nosso e do mundo inteiro seria inevitavelmente a morte. Mas a Páscoa inverteu a tendência: a Ressurreição de Cristo é uma nova criação, como um enxerto que pode regenerar toda a planta. É um acontecimento que modificou a orientação profunda da história, fazendo-a pender de uma vez por todas para o lado do bem, da vida, do perdão. Somos livres, estamos salvos! Eis o motivo por que exultamos do íntimo do coração: «Cantemos ao Senhor: é verdadeiramente glorioso!»
O povo cristão, saído das águas do Batismo, é enviado por todo o mundo a testemunhar esta salvação, a levar a todos o fruto da Páscoa, que consiste numa vida nova, liberta do pecado e restituída à sua beleza original, à sua bondade e verdade. Continuamente, ao longo de dois mil anos, os cristãos – especialmente os santos – fecundaram a história com a experiência viva da Páscoa. A Igreja é o povo do êxodo, porque vive constantemente o mistério pascal e espalha a sua força renovadora em todo o tempo e lugar. Também em nossos dias a humanidade tem necessidade de um «êxodo», não de ajustamentos superficiais, mas de uma conversão espiritual e moral. Necessita da salvação do Evangelho, para sair de uma crise que é profunda e, como tal, requer mudanças profundas, a partir das consciências.
Peço ao Senhor Jesus que, no Médio Oriente e de modo particular na Terra santificada pela sua morte e ressurreição, os Povos realizem um verdadeiro e definitivo «êxodo» da guerra e da violência para a paz e a concórdia. Às comunidades cristãs que conhecem provações e sofrimentos, especialmente no Iraque, repita o Ressuscitado a frase cheia de consolação e encorajamento que dirigiu aos Apóstolos no Cenáculo: «A paz esteja convosco!» (Jo 20,21).
Para os países da América Latina e do Caribe que experimentam uma perigosa recrudescência de crimes ligados ao narcotráfico, a Páscoa de Cristo conceda a vitória da convivência pacífica e do respeito pelo bem comum. A dileta população do Haiti, devastado pela enorme tragédia do terremoto, realize o seu «êxodo» do luto e do desânimo para uma nova esperança, com o apoio da solidariedade internacional. Os amados cidadãos chilenos, prostrados por outra grave catástrofe, mas sustentados pela fé, enfrentem com tenacidade a obra de reconstrução.
Na força de Jesus ressuscitado, ponha-se fim em África aos conflitos que continuam a provocar destruição e sofrimentos e chegue-se àquela paz e reconciliação que são garantias de desenvolvimento. De modo particular confio ao Senhor o futuro da República Democrática do Congo, da Guiné e da Nigéria.
O Ressuscitado ampare os cristãos que, pela sua fé, sofrem a perseguição e até a morte, como no Paquistão. Aos países assolados pelo terrorismo e pelas discriminações sociais ou religiosas, conceda-o a força de começar percursos de diálogo e serena convivência. Aos responsáveis de todas as Nações, a Páscoa de Cristo traga luz e força para que a atividade econômica e financeira seja finalmente orientada segundo critérios de verdade, justiça e ajuda fraterna. A força salvífica da ressurreição de Cristo invada a humanidade inteira, para que esta supere as múltiplas e trágicas expressões de uma «cultura de morte» que tende a difundir-se, para edificar um futuro de amor e verdade no qual toda a vida humana seja respeitada e acolhida.
Queridos irmãos e irmãs! A Páscoa não efetua qualquer magia. Assim como, para além do Mar Vermelho, os hebreus encontraram o deserto, assim também a Igreja, depois da Ressurreição, encontra sempre a história com as suas alegrias e as suas esperanças, os seus sofrimentos e as suas angústias. E todavia esta história mudou, está marcada por uma aliança nova e eterna, está realmente aberta ao futuro. Por isso, salvos na esperança, prosseguimos a nossa peregrinação, levando no coração o cântico antigo e sempre novo: «Cantemos ao Senhor: é verdadeiramente glorioso!».

Neste dia 19, dia de São José, aconteceu a investidura das Noviças: Roberlândia e Rôsivanda.
Como São José, ofereçamos a vida em louvor a Deus, confiando na Sua lealdade, pois, Ele nos dá o Seu amor como garantia. Em Cristo, o Pai selou conosco uma aliança indissolúvel!
«A aliança matrimonial, pelo qual o homem e a mulher constituem entre si a comunhão íntima de toda a vida, ordenado por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole, entre os batizados foi elevado por Cristo Senhor à dignidade de sacramento»(CIC 1601)
Somos uma Obra das Mãos misericordiosas de Deus, destinada à Sua glória. Nascemos para glorificar a Deus com as nossas vidas, a exemplo de Maria.
Neste último final de semana, aconteceu três momentos fortes na nossa missão:
1º VIGÍLIA DE ADORAÇÃO
2º CURSO VOCACIONAL
3º APROFUNDAMENTO DA RCC
DEUS É FIEL E ESPERA A NOSSA RESPOSTA AO SEU CHAMADO.
Nesta última sexta-feira, fomos ao hospital.
Fomos alimentados pelo Pão dos Pobres.
É com muita alegria que queremos partilhar com você as fotos deste momento de graça.
FELIZES OS PUROS DE CORAÇÃO.
|
Mensagem de Nossa Senhora a Marija Pavlovic Lunetti
em 25 de fevereiro de 2010 |
|
Queridos filhos!
Neste tempo de graça, quando também a natureza se prepara para oferecer as cores mais belas do ano, eu os convido, filhinhos, abram seus corações a Deus, o Criador, a fim de que Ele os transforme e molde em Sua imagem, para que todo o bem que está adormecido em seus corações possa despertar para uma nova vida e anseio de eternidade.
Obrigada por terem respondido a minha chamada!
Mensagem de Nossa Senhora:02 de fevereiro de 2010 (Mirjana) - Em Nápoles (Itália)
Queridos filhos!
Com amor maternal, hoje eu os convido a ser um farol para todas as almas que vagueiam na escuridão da ignorância do amor de Deus. Que vocês possam brilhar com todo o brilho e atrair o maior número de almas, não permitam que as inverdades que saem de sua boca silenciem a sua consciência. Sejam perfeitos. Eu os estou conduzindo com minha mão materna - uma mão de amor.
Obrigada.

Queridos filhos! Abram os seus corações para a Misericórdia de Deus neste tempo quaresmal. O Pai Celestial deseja libertar cada um de vocês da escravidão do pecado. Por isto, filhinhos, façam bom uso deste tempo e através do encontro com Deus na confissão, deixem o pecado e decidam-se pela santidade.(25 de fevereiro de 2007)

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
O PAPA BENTO XVI
PARA A QUARESMA DE 2010
A justiça de Deus está manifestada
mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3, 21–22 )
Queridos irmãos e irmãs,
todos os anos, por ocasião da Quaresma, a Igreja convida-nos a uma revisão sincera da nossa vida á luz dos ensinamentos evangélicos . Este ano desejaria propor-vos algumas reflexões sobre o tema vasto da justiça, partindo da afirmação Paulina: A justiça de Deus está manifestada mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3,21 – 22 ).
Justiça: “dare cuique suum”
Detenho-me em primeiro lugar sobre o significado da palavra “justiça” que na linguagem comum implica “dar a cada um o que é seu – dare cuique suum”, segundo a conhecida expressão de Ulpiano, jurista romana do século III. Porém, na realidade, tal definição clássica não precisa em que é que consiste aquele “suo” que se deve assegurar a cada um. Aquilo de que o homem mais precisa não lhe pode ser garantido por lei. Para gozar de uma existência em plenitude, precisa de algo mais intimo que lhe pode ser concedido somente gratuitamente: poderíamos dizer que o homem vive daquele amor que só Deus lhe pode comunicar, tendo-o criado á sua imagem e semelhança. São certamente úteis e necessários os bens materiais – no fim de contas o próprio Jesus se preocupou com a cura dos doentes, em matar a fome das multidões que o seguiam e certamente condena a indiferença que também hoje condena centenas de milhões de seres humanos á morte por falta de alimentos, de água e de medicamentos - , mas a justiça distributiva não restitui ao ser humano todo o “suo” que lhe é devido. Como e mais do que o pão ele de facto precisa de Deus. Nora Santo Agostinho: se “ a justiça é a virtude que distribui a cada um o que é seu…não é justiça do homem aquela que subtrai o homem ao verdadeiro Deus” (De civitate Dei, XIX, 21).

De onde vem a injustiça?
O evangelista Marcos refere as seguintes palavras de Jesus, que se inserem no debate de então acerca do que é puro e impuro: “Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa tornar impuro. Mas o que sai do homem, isso é que o torna impuro. Porque é do interior do coração dos homens, que saem os maus pensamentos” (Mc 7,14-15.20-21). Para além da questão imediata relativo ao alimento, podemos entrever nas reacções dos fariseus uma tentação permanente do homem: individuar a origem do mal numa causa exterior. Muitas das ideologias modernas, a bem ver, têm este pressuposto: visto que a injustiça vem “de fora”, para que reine a justiça é suficiente remover as causas externas que impedem a sua actuação: Esta maneira de pensar - admoesta Jesus – é ingénua e míope. A injustiça, fruto do mal , não tem raízes exclusivamente externas; tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa conivência com o mal. Reconhece-o com amargura o Salmista:”Eis que eu nasci na culpa, e a minha mãe concebeu-se no pecado” (Sl. 51,7). Sim, o homem torna-se frágil por um impulso profundo, que o mortifica na capacidade de entrar em comunhão com o outro. Aberto por natureza ao fluxo livre da partilha, adverte dentro de si uma força de gravidade estranha que o leva a dobrar-se sobre si mesmo, a afirmar-se acima e contra os outros: é o egoísmo, consequência do pecado original. Adão e Eva, seduzidos pela mentira de Satanás, pegando no fruto misterioso contra a vontade divina, substituíram á lógica de confiar no Amor aquela da suspeita e da competição ; á lógica do receber, da espera confiante do Outro, aquela ansiosa do agarrar, do fazer sozinho (cfr Gn 3,1-6) experimentando como resultado uma sensação de inquietação e de incerteza. Como pode o homem libertar-se deste impulso egoísta e abrir-se ao amor?

Justiça e Sedaqah
No coração da sabedoria de Israel encontramos um laço profundo entre fé em Deus que “levanta do pó o indigente (Sl 113,7) e justiça em relação ao próximo. A própria palavra com a qual em hebraico se indica a virtude da justiça, sedaqah, exprime-o bem. De facto sedaqah significa, dum lado a aceitação plena da vontade do Deus de Israel; do outro, equidade em relação ao próximo (cfr Ex 29,12-17), de maneira especial ao pobre, ao estrangeiro, ao órfão e á viúva ( cfr Dt 10,18-19). Mas os dois significados estão ligados, porque o dar ao pobre, para o israelita nada mais é senão a retribuição que se deve a Deus, que teve piedade da miséria do seu povo. Não é por acaso que o dom das tábuas da Lei a Moisés, no monte Sinai, se verifica depois da passagem do Mar Vermelho. Isto é, a escuta da Lei , pressupõe a fé no Deus que foi o primeiro a ouvir o lamento do seu povo e desceu para o libertar do poder do Egipto (cfr Ex s,8). Deus está atento ao grito do pobre e em resposta pede para ser ouvido: pede justiça para o pobre ( cfr.Ecli 4,4-5.8-9), o estrangeiro ( cfr Ex 22,20), o escravo ( cfr Dt 15,12-18). Para entrar na justiça é portanto necessário sair daquela ilusão de auto – suficiência , daquele estado profundo de fecho, que á a própria origem da injustiça. Por outras palavras, é necessário um “êxodo” mais profundo do que aquele que Deus efectuou com Moisés, uma libertação do coração, que a palavra da Lei, sozinha, é impotente a realizar. Existe portanto para o homem esperança de justiça?

Cristo, justiça de Deus
O anuncio cristão responde positivamente á sede de justiça do homem, como afirma o apóstolo Paulo na Carta aos Romanos: “ Mas agora, é sem a lei que está manifestada a justiça de Deus… mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os crentes. De facto não há distinção, porque todos pecaram e estão privados da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela Sua graça, por meio da redenção que se realiza em Jesus Cristo, que Deus apresentou como vitima de propiciação pelo Seu próprio sangue, mediante a fé” (3,21-25)
Qual é portanto a justiça de Cristo? É antes de mais a justiça que vem da graça, onde não é o homem que repara, que cura si mesmo e os outros. O facto de que a “expiação” se verifique no “sangue” de Jesus significa que não são os sacrifícios do homem a libertá-lo do peso das suas culpas, mas o gesto do amor de Deus que se abre até ao extremo, até fazer passar em si “ a maldição” que toca ao homem, para lhe transmitir em troca a “bênção” que toca a Deus (cfr Gal3,13-14). Mas isto levanta imediatamente uma objecção: que justiça existe lá onde o justo morre pelo culpado e o culpado recebe em troca a bênção que toca ao justo? Desta maneira cada um não recebe o contrário do que é “seu”? Na realidade, aqui manifesta-se a justiça divina, profundamente diferente da justiça humana. Deus pagou por nós no seu Filho o preço do resgate, um preço verdadeiramente exorbitante. Perante a justiça da Cruz o homem pode revoltar-se, porque ele põe em evidencia que o homem não é um ser autárquico , mas precisa de um Outro para ser plenamente si mesmo. Converter-se a Cristo, acreditar no Evangelho, no fundo significa precisamente isto: sair da ilusão da auto suficiência para descobrir e aceitar a própria indigência – indigência dos outros e de Deus, exigência do seu perdão e da sua amizade.

Compreende-se então como a fé não é um facto natural, cómodo, obvio: é necessário humildade para aceitar que se precisa que um Outro me liberte do “meu”, para me dar gratuitamente o “seu”. Isto acontece particularmente nos sacramentos da Penitencia e da Eucaristia. Graças á acção de Cristo, nós podemos entrar na justiça “ maior”, que é aquela do amor ( cfr Rom 13,8-10), a justiça de quem se sente em todo o caso sempre mais devedor do que credor, porque recebeu mais do que aquilo que poderia esperar.
Precisamente fortalecido por esta experiencia, o cristão é levado a contribuir para a formação de sociedades justas, onde todos recebem o necessário para viver segundo a própria dignidade de homem e onde a justiça é vivificada pelo amor.

Queridos irmãos e irmãs, a Quaresma culmina no Tríduo Pascal, no qual também este ano celebraremos a justiça divina, que é plenitude de caridade, de dom, de salvação. Que este tempo penitencial seja para cada cristão tempo de autentica conversão e de conhecimento intenso do mistério de Cristo, que veio para realizar a justiça. Com estes sentimentos, a todos concedo de coração, a Bênção Apostólica.

Vaticano, 30 de Outubro de 2009
BENEDICTUS PP. XVI
© Copyright 2009 - Libreria Editrice Vaticana

No dia 07 de fevereiro acolhemos com alegria a chegada da Madre da Missão, Irmã Luzia de Jesus e Maria.
E no dia 08 recebemos as nossas pré-noviças do Ano de 2010,
Roberlândia e Rôsivanda.
O Noviciado é o tempo de deixar-se cativar, encantar e seduzir por Deus.
Nesse dia 25 de janeiro a Casa do Noviciado acolheu com muito entusiasmo e alegria a primeira das novas irmãs que irão compor o núcleo da mesma neste ano de 2010: Madre Joana de Jesus e Maria. Toda a Missão da Comunidade de Aliança deseja as boas vindas e as bênçãos do Senhor para essa nova missão no monte santo que é o nosso Noviciado, na Serra de Santa Rita em Pedra Branca.

Em um misto de sentimentos de saudades e alegria pelas vidas doadas foram enviadas em missão, também hoje, Ir.Faustina para a casa do Encantado e katyusca para a casa de Boa Vista. Que o Espírito Santo as ilumine e faça de cada uma delas centelha de fogo capazes de incendiar os ambientes onde foram lançadas e que possam assim iluminar a vida de muitos que estão nas trevas.
Concluído o período de um ano de formação no Noviciado de nossa Comunidade, as Noviças vão de folga para a casa dos pais, antes de ingressarem no ano de missão. Retornam depois que fazem um retiro de 2 dias, dando continuidade à sua caminhada. Katyusca e Elisabeth viajaram hoje para Quixeramobim e Fortaleza, respectivamente.

O Noviciado já sente pela ausência provisória de nossas noviças.
Começamos o ano com Maria(Mãe de Deus) atendendo ao chamado do Coração de Jesus(nessa 1ª sexta-feira) e visitando-O, presente nos irmãos enfermos, como Ele mesmo disse:...estive doente e fostes me visitar...
Fomos acolhidos pelos funcionários no Hospital São Sebastião, que nos direcionaram quanto aos pacientes que deveriam ser visitados.
Nos dividimos em pequenos grupos e visitamos os pacientes de cada setor.Aqui um grupo visita à emergência.
A alegria do anúncio da Palavra.
A Palavra que consola e a oração que fortalece nas horas difíceis.
As visitas foram feitas em conjunto com o Ministério da Compaixão.
Deus seja louvado e nossa Mãe Maria Santíssima!
A confraternização aconteceu na Casa do Noviciado de nossa Comunidade, começando na área externa da casa onde contemplamos a cena do mistério da Encarnação do Verbo, quando Jesus se faz pequeno e se deixa cuidar por José e Maria. Foi um momento forte, belo e de muita emoção.É Jesus, o príncipe da paz, nossa alegria, astro que brilha mais!
Vivemos momentos de convivência e alegria entre membros da Comunidade de Vida e Aliança como também amigos da obra Boa Semente. Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados!
Os membros apresentaram uma dramatização, fazendo uma relação entre o nascimento de Jesus e a fundação da Comunidade. Junto à manjedoura, o Estatuto da Boa Semente.
A brincadeira do amigo secreto nos faz crescer em nossas relações de amizade e no conhecimento do outro.
A dramatização foi concluída com uma dança como homenagem ao Menino Jesus e à Comunidade.
Conheça o nosso Noviciado
O Noviciado da nossa Comunidade, localiza-se na cidade de Pedra Branca, na Diocese de Iguatu, que hoje está sobre o pastoreio do Bispo Dom João da Costa.
As noviças: Elisabeth e Katyusca, estão concluindo o seu primeiro ano de noviciado.

Em 2010 estarão ingressando no primeiro ano de noviciado as postulantes; Roberlândia e Rôsivanda.