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O consagrado é uma expressão do amor de Deus.
Chamado a atualizar o mistério da Encarnação do Verbo de Deus...

Através de carismas específicos; sempre impulsionados pelo desejo de tornar Cristo conhecido e amado...
Por todos aqueles que O procuram na simplicidade de coração!
Anunciemos com a nossa vida a alegria que nasce da cruz...
e a esperança que emana do coração de Cristo Ressuscitado...
para que nos tornemos Eucaristia na vida de muitos...
pelo nosso testemunho de vida.
Parabéns! Consagrados de nossa família eclesial....
sejamos luz neste mundo!!!
No dia 04 deste mês tivemos a graça de comemorar o dom da vida de nossa irmã Flávia.
Pois cantar com ela o dom da vida foi bom d+.
Somos mais que AMIGOS, somos ANJOS que o Senhor enviou pra você

Como Maria exale o perfime de Deus.

Celebramos no dia 13 de Novembro na Santa Missa os 17 anos da Renovação Carismática Católica na Paróquia de São Sebastião de Pedra Branca - Ce.

A Igreja vive no Espírito e pelo Espírito, pois Ele, o Senhor da Vida, é quem dá
Vida a Igreja.

No decorrer da História da Igreja, constatamos esta grande verdade: o Espírito animado e conduzindo com mão firme a barca de Pedro no meio da brisa ou das terríveis tempestades. São vinte séculos de história em que o Espírito permanece fiel, renovando a Igreja para corresponder aos desafios de cada tempo, atualizando o imutável e único conteúdo da fé, Jesus Cristo, para os homens de diferentes épocas, culturas, raças e nações.

A RCC é uma real e forte resposta de Deus, não programada, e nem esperada (por isto tantas vezes não compreendida .

Podemos afirmar que a RCC, como dom do Espírito em favor dos fiéis e da Igreja, é este Novo Pentecostes, com toda sorte de força e de poder de Deus que se atualiza e perpetua na vida da Igreja.

"O Espírito sopra onde quer"

A multiplicidade de suas expressões e ministérios (intercessão, cura, aconselhamento, comunidades, meios de comunicação, evangelização, música, promoção humana, grandes encontros de massa, etc), são outra marca da RCC, com seu grande desejo de, segundo sua identidade própria, amar e servir à Igreja Universal e local, levando em conta toda a sua catolicidade, que é unidade (na fé e na moral) na diversidade e liberdade de expressão desta mesma Igreja.

Cada vez mais a RCC, através dos grupos, paróquias e das comunidades de Aliança e Vida, penetra na Vida da Igreja e é acolhida por esta como um grande dom. É por reconhecermos que este dom que é a RCC, não vem de nós homens, nem é obra nossa, que temos a grande e grave responsabilidade de nos mantermos fiéis a ele pois, caso contrário, trairíamos o projeto de Deus de enriquecermos a Mãe Igreja, com os carismas que nos foram dados. Isto seria trair o próprio Deus e a própria Igreja.

É importante lembrarmos a nossa identidade para sermos fiéis na nossa missão, que não nasce em nós, mas no Espírito, em favor das nossas vidas, da vida da Igreja e da transformação do mundo.

"Espírito Santo... presente na Igreja, derramai a plenitude de vossos dons sobre a Renovação Carismática católica... Renovai vossas maravilhas hoje como um novo Pentecostes."

Nossa missão consiste em levar a Deus aos corações através do louvor.

Música: A voz do Bom Pastor!

Em todo tempo, em todo lugar, seja na chuva ou no deserto a E'le vamos louvar!

A música, como as demais formas de expressão artística, é uma ponte que eleva o espírito, liga a dimensão humana à espiritual, e partindo desse “laço espiritual” podemos refletir melhor sobre sua participação na comunicação da alma humana com o Espírito de Deus.

A música é capaz de comunicar a vida de Deus, a única que pode gerar uma vida nova na humanidade.

A nossa alegria nasce da Cruz!

Nosso papel como “músicos evangelizadores”, e antes de tudo como batizados, é o de anunciar o Bem da Palavra de Deus: Deus, que se manifesta ao mundo como Verdade, Bondade e – como diria o Papa João Paulo II – hoje, ao homem moderno, sobretudo como Beleza. Essa Palavra não apenas tem a função de se comunicar com o coração do homem, mas também a de atingi-lo e transformá-lo.


Ela tem um grande poder de comoção e conversão, que atrai o homem a Deus, que conforta e cura suas feridas. São muitos os testemunhos de pessoas que, através de canções cristãs, renderam-se ao Amor de Deus e hoje estão dispostas “a dar a vida por este Amor

A música desperta sinceros desejos de mudança. Ao tornar nossa música acessível ao homem atual, sedento de esperança e de fé, temos a chance de mostrar-lhe que é possível encontrar “uma vida de verdade.

O Evangelho precisa ser anunciado com poder, e cantar a Palavra de Deus é uma maneira eficaz de realizar esse anúncio. Mas para que isso aconteça, o timbre da nossa voz precisa estar configurado ao do Bom Pastor, para que, escutando a nossa voz, as pessoas reconheçam nela a voz de Deus e sigam-nos, certos de que caminhamos para Ele.

É fundamental que aqueles que ministram a Paz de Cristo através da música estejam antes cheios dessa paz.

Para cantar é preciso escutar. De fato, a música eleva o coração humano e leva-o a orar.

É ouvindo e imitando, todos os dias, a voz de Jesus que se revela pela oração, que teremos a “voz do Pastor”, mesmo que essa voz se revele silenciosamente.

A nascente do canto deve ser a alma, pois é lá que Deus habita.
,
Os homens precisam ser alimentados com a voz de Deus, e não com a voz do nosso orgulho.

Nossa missão é a de arrastar as pessoas para o céu, e nunca as distanciar dele.

Precisamos orar para que a nossa voz se encha do poder, da unção e da autoridade da voz do Pastor.

A música eleva o coração humano e leva-o a orar. É ouvindo e imitando, todos os dias, a voz de Jesus que se revela pela oração, que teremos a “voz do Pastor”, mesmo que essa voz se revele silenciosamente.

Se as pessoas não reconhecerem a voz de Deus na nossa, não estaremos anunciando a “Boa Nova”, mas apenas combinando fenômenos acústicos.

Nunca a nossa profissionalização conseguirá, sozinha, atingir a dor humana. Se não estivermos firmados numa vida de oração, as pessoas continuarão a carecer do essencial: o toque de Deus no âmago do ser. O toque que ultrapassa uma experiência superficial ou simplesmente afetiva.

Ao escutar, pela música, a voz de Deus, os homens terão sua inteligência iluminada e a vontade pronta a se mover segundo a condução divina. Essa é a maneira de tornar audível o Amor de Deus, de levar seus filhos ao centro da sua pedagogia.


Com Maria para Jesus!

O que Deus quer mesmo é nos educar, embalando-nos com a música que se forma com as batidas do seu coração amoroso. Abraçando esta graça, nosso canto abraçará as feridas de muitos, e Deus as curará.

A evangelização da música acontece pela profunda consciência de que não somos cantores simplesmente, mas evangelizadores através da música e evangelizador significa ser portador do Evangelho de Cristo por meio do nosso canto.

Deus nos confiou um povo e que “o Espírito do Senhor está sobre nós, porque o Senhor consagrou-nos pela unção; enviou-nos a levar a boa nova aos humildes, a curar os corações doloridos, a anunciar aos cativos a redenção e aos prisioneiros a liberdade; a proclamar um ano de graças...” (Is 61,1s).



Evangelizar significa ter o Evangelho enraizado em nós e sermos transmissores dele, através de um conjunto de sons, de notas que se combinam, misturados com lágrimas, alegria, arrependimento, vida

A música é uma nova maneira de evangelizar porque o Espírito de Deus tem sempre uma nova canção a soprar nos nossos corações de compositores, poetas, intérpretes. Precisamos estar atentos a esse vento, que sopra onde quer, mas sopra especialmente naqueles que se aproximam da Palavra de Deus para dela se alimentar e assim crescer em graça.

Celebramos com muita alegria no dia 26 de Outubro na Missão de Pedra Branca o dom da vida de
Madre Terezinha.

Nhonho: "Olha, olha turma! A Madre Terezinha!É a velha mais jovem que eu conheço!"
Madre Terezinha: "Eu não sou velha, viu!Sou uma pessoa vivida!"
Nhonho: "É, Madre Terezinha,
Quantos anos a senhora tem, hein?"
Madre Terezinha: "Eu? Todos!
Mas isso não te interessa, ouviu!
Nhonho: Jovem ainda!"

Se você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda
Amanhã velho será, velho será, velho será
A menos que o coração, que o coração sustente
A juventude, que nunca morrerá!

Existem jovens de oitenta e tantos anos
E também velhos de apenas vinte e seis
Porque velhice não significa nada
E a juventude volta sempre outra vez!

Se você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda
Amanhã velho será, velho será, velho será
A menos que o coração, que o coração sustente
A juventude, que nunca morrerá!

Se você é tão jovem quanto sente
Pode apostar: é jovem pra valer
E velho é quem perde a pureza
E também é quem deixa de aprender!

Se você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda
Amanhã velho será, velho será, velho será
A menos que o coração, que o coração sustente
A juventude, que nunca morrerá!
Não diga não à vida que te espera
Para festejar a alegria de viver
Para agradecer a luz no seu caminho
E você vai tudo isso entender!

Se você é jovem ainda, jovem ainda, jovem ainda
Amanhã velho será, velho será, velho será
A menos que o coração, que o coração sustente
A juventude, que nunca morrerá!

Pra D. Clotilde só falta uma escova!

A Popis é muito boba!

O Nhonho não se manca.

Bibibibibibi...
Ninguém tem paciência comigo!

Foi sem querer, querendo!
"Tá bom mas não se irrite!"
"Pois... pois..."
"isso, isso, isso!"

"Quico, Quico, rá, rá, rá!"
Se cale, se cale, assim você me deixa louco!
Mamãe!
Aruuuuuuuuuuuuuu...
"Gentalha, gentalha, prrrr"

"Ué, ué, ué ... eu vou contar tudo pro meu pai, que você me bateu ... ué, ué!"

Olha ele! Olha ele! Olha ele!

Conta tudo pra sua mãe Quico
A vingança nunca é plena mata a alma e a envena.
"Que que foi, que que foi, que que há? Digo..."
"Devemos perdoar as ofensas...Devemos perdoar as afrontas...Devemos perdoar os aluguéis atrasados..."

Que bonita a sua roupa,
Que roupinha mucho louca,
Nela é tudo remendado,
Não vale nenhum centavo,
Mas agrada a quem olhar!

Olha a bruxa do 71!
Eu amo tu ama nós nos amamos!

Que ela é azul...criante,
e que tão chata como ela não há ninguém!


Este ministério é como o alicerce de um grande edifício, que não é viso nem admirado, mas sem o qual o edifício não poderia erguer-se.

O Senhor me fez entender primeiramente que há uma diferença muito grande entre dom e ministério, coisa que muitas pessoas confundem bastante.
Possuir um ministério do Senhor não é a mesma coisa que receber um dom do Espírito Santo. Para que recebamos os dons do Espírito Santo, nós precisamos ser abertos às moções e inspirações que este Espírito suscita em nós. Para possuirmos um ministério do Senhor, é preciso que este nos seja dado por Jesus que deseja que nós desempenhamos uma missão especial em seu Nome.

O ministério de intercessão é um ministério que o Senhor dá a algumas pessoas a fim de que estas possam ser intercessoras pelas causas do Reino de Deus. As pessoas que exercem este ministério são escolhidas, eleitas, como foi o profeta Jeremias (Jr 1,5), antes que no seio materno fosse formado.
Este ministério de intercessão, como os outros ministérios do Senhor, está dentro do seu coração e o Senhor abençoa aqueles que ele são chamados com todas as bençãos necessárias para o seu bom desempenho.

A palavra interceder significa “colocar-se entre”, ou seja, o intercessor e aquele que se coloca entre aquele que pode dar e aquele que deseja receber. No caso do ministério de intercessão, o intercessor é aquele que se encontra entre Deus Pai e a sua criação. Ele é como um advogado no Reino de Deus, um advogado de defesa, que defende as causas do Reino.

O intercessor apropria-se das palavras da Escritura que trazem as promessas de salvação e restauração. Ele conhece o Senhor pela oração e pela Escritura e é aí que está o segredo dessa intimidade entre Deus e o intercessor; intimidade esta que faz com que todos os pedidos dos intercessores atinjam o coração de Deus, pois são feitos por meio de Cristo Jesus para glória de Deus Pai.

A oração dos intercessores subirá ao trono de Deus, juntamente com a fumaça que sairá dos turíbulos que os anjos trarão na mão como sacrifício de agradável odor ao Senhor.



Maria, a grande mãe de Deus e nossa mãe, é aquela que, atenta às nossa necessidades, apresenta-as a Jesus, deixando para Ele a decisão de realizar ou não os prodígios, segundo a Sua vontade.
É essencial a nossa devoção filial à Virgem Maria. É algo que devemos estar sempre buscando aperfeiçoar porque sempre precisamos mais. Apresentemos a ela as nossas necessidades e tenhamos a certeza de que enquanto nós levamos os nossos pedidos em bandejas de latão, Maria leva os mesmos em suas bandejas de ouro. E porque é muito mais íntima do Senhor que nós, muito mais ela saberá como atingir o coração de seu amado Deus e de Seu amado Filho.

Fortalecei minha alma, preparando-a primeiro, ó Bem de todos os bens! Ó meu Jesus! Em seguida ordenai os meios de fazer eu alguma coisa por vós. Já não há quem suporte receber tanto sem nada pagar. Custe o que custar, Senhor, não permitais que me apresente diante de vós com as mãos tão vazias, pois o prêmio será de acordo com as obras. Eis aqui minha vida, eis aqui minha honra e minha vontade. Tudo já vos dei. Sou vosso. Disponde de mim como quiserdes.

A Vida Consagrada é sobretudo um sinal.Manifesta já aqui neste mundo a todos os fiéis a presença dos bens celestes,dá testemunho da nova e eterna vida conquistada pela redenção de Cristo,prenuncia a ressurreição futura e a glória do Reino celeste. Assim, a Vida Consagrada é sinal das coisas de Deus, da nossa ressurreição futura e da glória do Reino celeste, pois faz destas realidades sua vida já aqui no mundo.

O Consagrado é Cristo encarnado, na paixão e Ressuscitado. A vida consagrada é o caminho de perfeição Cristã. De uma forma concreta assumindo o compromisso de Viver e exprimir com uma adesão conformativa na sua existência aos Conselhos Evangélicos.

A Vida Consagrada torna-se um dos rastos concretos que a Trindade deixa na história, para que os homens possam sentir o encanto e a saudade da beleza divina.

A Vida Consagrada torna seus membros testemunhas de Cristo no mundo, sobretudo pela prática da caridade, da solidariedade com os pobres e os excluídos e pela missionariedade. “Há que afirmar que a missionariedade está inscrita no coração mesmo de toda forma de Vida Consagrada”.

Que nesta pequena PEDRA BRANCA, lugar que Deus escolheu para SEMEAR A BOA SEMENTE, por meio do teu SIM o Senhor possa edificar a Sua IGREJA e como BOA SEMENTE fazer-nos crescer, amadurecer e frutificar.

Nos reunimos como irmãos, como comunidade e como Igreja para adorarmos o Senhor. A vigília todos os 1º sábado de cada mês tem sido uma benção, momento onde Deus tem derramado muitas graças, onde renovamos nossa vocação e retomamos a missão.
(Encontro autêntico para um empolgante caminho)

Não há nada melhor do que sentirmos impotentes, diante da grandiosidade que é nosso Deus e de nossos irmãos.

Aos pés de Jesus na Eucaristia nos enchemos do seu Espírito e dele aprendemos o que é a verdadeira Alegria que, em seu Nome, somos chamados a viver e ministrar a cada dia.

Após a vigília tivemos um momento de confraternização acolhendo os nossos novos irmãos ASPIRANTES.


INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA MISSIONÁRIA
DIA DAS CRIANÇAS
DE TODAS AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DOMUNDO
SEMPRE AMIGOS!
O nosso Carisma é a Alegria do Cristo Ressuscitado, a Alegria que nasce da Cruz, da obediência radical ao Pai, da doação da vida aos irmãos, a Alegria de Maria, transmitida a todos pela nova evangelização, nas Paróquias onde Deus nos semeou. Queremos ser fiéis a Igreja e ao carisma plantado no nosso coração, afim de que, o louvor e a gratidão a Deus, cresçam como árvores plantadas por Maria no grande e esplendido jardim da Igreja, nestes tempos de primavera.
Peço-lhes que rezem por nós neste dia de forma particular para que o Senhor por meio de Maria nos conceda a graça da perseverança, a graça de correspondermos com fidelidade ao seu chamado, a missão que nos foi confiada, permitindo que em nós E'le continue a obra começada.


A música é um grande ministério capaz de realizar a união entre o sonho e a realidade, a razão e a emoção. É capaz de tocar as áreas mais profundas do coração do homem, enfim, ela é certamente, obra das mãos de alguém cheio de amor que pensa nos mínimos detalhes acerca dos alvos do seu amor, o homem.

O ministro de música precisam também levar as pessoas a descobrirem o que há no mais recôndito dos seus corações, e fazê-los transbordar com seus corpos e suas vozes, um agradável louvor ao Senhor e uma explosão de verdadeiro e fraterno amor para com os irmãos. É preciso utilizar todos os recursos que a música possui para alegrar o coração de Deus e dos homens.

O ministro de música precisa ser plenamente consciente de que é apenas um pequeno instrumento nas mãos de Deus, de que é um servo de Deus, de que tem um chamado de Deus, de que possui um dom dado por Deus e de que este dom não é seu e sim Daquele que por misericórdia lho deu. E o deu para que o servisse, para que levasse o seu amor aos homens, para que levasse a verdade aos homens e a verdade os liberte.

Os homens não necessitam de mais uma música bela, mas de músicas cheias da unção de Deus, cheias de testemunho vivo do amor de Deus pelo seu povo. Músicas que façam a diferença, que os ajudem a buscar uma vida nova, que sejam profecias de Deus, que os curem, que os libertem de todo mal, que os ajudem a buscar a verdade pessoal e não a mentira, a fantasia, a ilusão, que os aprisionam e denigrem a sua verdadeira imagem que é a de Jesus Cristo, que sejam capazes de elevar os frascos, de aliviar a dor que muitos carregam em seus corações.

O ministro de música precisa colocar totalmente à disposição de Deus este dom, precisa colocar nas mãos de Deus a sua voz, o seu instrumento, os seus acordes, porque não é chamado a utilizar a música como passatempo, para fazer um "show", para aparecer ou ser elogiado, mas para cumprir a vontade de Deus, para servir a Deus, para que Deus seja glorificado e amado, para ajudar a colocar o coração dos homens em sintonia com o de Deus.

Quem deve aparecer é Deus e a sua verdade. A sua música deve ser ou deseja que seja uma profecia da própria vida, deve haver uma unidade entre aquilo que ele canta e aquilo que ele vive ou deseja viver. Somente assim será terra boa onde o Espírito Santo poderá produzir os seus frutos.

O ministro de música precisa estar aos pés do Mestre; precisa ser uma pessoa de oração, de adoração.

A música quando bem trabalhada e usada em todas as suas potencialidades, a música transforma o coração do homem, por isso é papel do ministro de música, descobrir uma forma de extrair dela o máximo de sua beleza e riqueza, a fim de encontrar e converter aqueles que, até então, só tinham ouvido algo vazio, sem mensagem de vida eterna.

Os homens têm sede de Deus e estão cansados de ouvir música que não acrescentam em nada a eles, pelo contrário, tiram deles, tiram a sua dignidade, a sua pureza, a sua castidade, a vivência do amor verdadeiro, o respeito devido ao outro, que tiram deles a consciência necessária para ser feliz e fazer os outros felizes.

O ministério de música tem a responsabilidade de resgatar a música de todas as distorções e do mau uso que fazem dela. O papel do ministro de música é de levar as pessoas a abrirem o coração ao louvor e a oração por meio da melodia e dos cânticos. Ministrar música é, sobretudo, ministrar o louvor ao Senhor. E como este é um ministério de louvor, os seus membros precisam ser cheios da unção de Deus, carregados da mensagem de amor que Deus tem para o homem, da mensagem do Pai para os seus filhos.

Peçamos ao Senhor a graça de ser como Davi, cheio da sua unção, capaz de expulsar todo o mal e acalmar os corações aflitos através do ministério de música. Bendito seja Deus para sempre!
Liturgia é o caminho que a Igreja faz e revive a memória do mistério pascal de Cristo. (Beato João Paulo II)
Vivemos quatro dias de muito louvor, oração, confraternização e alegria.
A alegria de ser de Deus!
Celebramos neste dia 25 o Natal do Senhor e 13 anos de nossa Comunidade.
Unidos com toda Igreja rezamos juntos as Vésperas em louvor ao Menino Jesus por toda nossa Comunidade.
Um momento de confraternização e muita alegria!
NOSSO SALVADOR NASCEU! ALELUIA!
A nossa família eclesial é grata à Divina Providência pelos bens que lhes são confiados, em vista do sustento de seus membros e da realização de sua finalidade, nos diversos campos que o nosso carisma nos leva a atuar. (ECMBS 322)
Nesta quinta-feira, dia 16 de dezembro, foi realizado na casa do Noviciado, uma linda Celebração Eucarística, em seguida um jantar de confraternização para os benfeitores locais.
Aceitamos com gratidão as ofertas dos benfeitores e lhes manifestamos a nossa gratidão com a oração e a amizade, fazendo com que se sintam espiritualmente mais unidos à nossa Comunidade e participantes do nosso carisma, espiritualidade e atividade.
Os nossos benfeitores devem saber que são também beneficiados pela graça de participar da vida desta família eclesial.
“A Igreja é radicalmente contra qualquer tipo de aborto provocado, ela nos ensina que o embrião, ainda quando é uma única célula, no momento que se forma o Zigoto, Deus cria uma alma que nunca mais vai acabar. Então, ali, na união corpo e alma, nós temos um ser humano; e o que o aborto faz é matar esse ser humano”, explica professor Felipe.Nesta penúltima matéria da série “Vida: direito de todos”, entrevistamos o professor Felipe Aquino, apresentador do programa Escola da Fé na TV Canção Nova, para falar do tema do aborto e o que pensa a Igreja sobre tal ato.
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Na instrução da Congregação para a Doutrina da Fé, intitulada “Respeito à Vida Humana Nascente e à Dignidade da Procriação”, o então prefeito da mesma Congregação na época, o cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento XVI, diz: “Desde o momento da concepção, a vida de todo ser humano deve ser respeitada de modo absoluto, porque o homem é, na terra, a única criatura que Deus ‘quis por si mesma’, e a alma espiritual de cada um dos homens é ‘imediatamente criada’ por Deus”
“Nenhuma circunstância, nenhum fim, nenhuma lei no mundo poderá jamais tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito, porque é contrário à Lei de Deus, inscrita no coração de cada homem, reconhecível pela própria razão e proclamada pela Igreja”, afirma o Papa João Paulo II na sua encíclica “Evangelium Vitae” o Evangelho da Vida.
Assim, entendemos que não se pode cometer um crime para justificar um ato mau ou indesejado, pois um mal não se paga com outro mal. O Aborto, desde os tempos mais antigos, sempre foi considerado, em si mesmo, um ato mau, contrário à Lei de Deus: “Não Matarás”.

“A questão do aborto não é simplesmente religiosa, ela é, antes de tudo, uma questão humana. Mas a Igreja, como dizia o Papa Paulo VI, é ‘perita em humanidade’, e por isso ela é defensora dos direitos humanos.
Como a palavra ‘aborto’ é muito clara, então, usa-se hoje novos termos para disfarçá-lo, como ‘programa de defesa da saúde da mulher’ ou dizem que a mulher tem direito ao seu corpo. Mas são duas vidas distintas, ou seja, se a mulher tem direito a seu corpo, a criança tem direito à vida.
Hoje, lamentavelmente, um ovo de tartaruga vale mais do que uma criança. Se você quebrar um ovo de tartaruga na praia, você é preso de forma inafiançável. Mas quantas e quantas crianças são abortadas e não acontece nada!”, diz professor Felipe Aquino.












Os coordenadores de todos os grupos de oração e ministérios se fizeram presentes. Em uma formação pessoal e comunitária, os pastores renovaram o seu sim ao Pastor por excelência: Jesus Sacramentado, onde foi assim concluído no final do dia.







02 de abril de 2010 (Mirjana)
Queridos filhos!
Hoje Eu lhes abençôo de uma forma especial e rezo para que vocês possam voltar ao caminho certo para o meu Filho - o seu Salvador, o seu Redentor - a Ele que lhes deu a Vida Eterna. Reflitam sobre tudo de humano, sobre tudo o que não permite que vocês se definam pelo meu Filho - na transitoriedade, nas imperfeições e limitações - e então pensem em Meu Filho, em sua infinitude Divina. Por sua entrega e oração enobreçam seu corpo e aperfeiçoem sua alma. Estejam prontos, meus filhos.
Obrigada
A casa do Noviciado teve a alegria de receber nesta quarta e quinta feira, a presença do fundador, sua família e a postulante Leila. Foi um momento de graça e de grande alegria para nós.
Pe. Pedro também esteve conosco desde terça feira, para dar formação para as noviças.
Devemos ser sinais vivos de Deus, que é o próprio amor! (cf. 1 Jo 4,16). A essência da nossa missão como batizados é amar! Não nos basta acreditar em Deus e n’Ele esperar, é preciso que amemos como Ele, sentindo-nos por Ele muito amados. (SEMENTES DE VIDA)
Nestes últimos dias a Ir. Beatriz iniciou com as noviças: Roberlândia e Rôsivanda, o curso Tecendo o Fio de Ouro.
De uma forma ou de outra, todos os santos falam na necessidade do autoconhecimento para se chegar ao Deus verdadeiro e dos perigos que a falta de conhecimento de si representam para a vida espiritual, para a maturidade humana e capacidade de amar. É este tembém o princípio do livro, que propõe um retiro para o autoconhecimento e a cura interior, tocando em questões cruciais como a identidade sexual e o discernimento da vocação pessoal (estado de vida), e chegando à proposta do Projeto Pessoal de Vida como via concreta para uma vida mais santa e madura, direciona para a caridade.

É indicado para todas as pessoas que desejam crescer no autoconhecimento, aprofundar-se na cura interior e reorientar todas as áreas do seu ser, segundo o amor. É indicado, ainda, para cursos intensivos ou semanais visando o autoconhecimento, a cura interior e o projeto de vida, sempre com vistas ao amor.
Emmir Nogueira Cofundadora da Comunidade Católica Shalom.

Desde os inícios da Comunidade Shalom, Maria Emmir trabalhou na formação, apostolado que exerce até os dias de hoje, como assessora de formação da Comunidade Shalom. Nestes 25 anos que se seguiram ao seu primeiro batismo no Espírito Santo, tem pregado por todo o Brasil, na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia. Colabora assiduamente com a revista Shalom Maná, cujo nascimento acompanhou, é autora de diversos Estudos Bíblicos, entre eles o Enchei-vos, Luz para os meus passos I; exercícios de Oração para a Formação Básica I e II; A Promessa; Não Tenhas Medo; A Fenda da Rocha; Filho de Deus, Menino Meu.

Cura interior e santidade são a mesma coisa. A verdadeira cura interior é a santidade, é quando não sou mais eu que vivo, mas Cristo que vive em mim. Quando não me centralizo em mim mesmo, mas em Deus.
QUE DEUS NOS ABENÇOE E MARIA NOS GUARDE!!!!

Queridos irmãos e irmãs!
Transmito-vos o anúncio da Páscoa com estas palavras da Liturgia, que repercutem o antiqüíssimo hino de louvor dos hebreus depois da travessia do Mar Vermelho. Conta o Livro do Êxodo (cf. 15, 19-21) que, depois de atravessarem o mar enxuto e terem visto os egípcios submersos pelas águas, Miriam – a irmã de Moisés e Aarão – e as outras mulheres entoaram, dançando, este cântico de exultação: «Cantai ao Senhor que Se revestiu de glória. Precipitou no mar o cavalo e o cavaleiro!» Por todo o mundo, os cristãos repetem este cântico na Vigília Pascal, cujo significado é depois explicado na respectiva oração; uma oração que agora, na plena luz da Ressurreição, jubilosamente fazemos nossa: «Também em nossos dias, Senhor, vemos brilhar as vossas antigas maravilhas: se outrora manifestastes o vosso poder libertando um só povo da perseguição do Faraó, hoje assegurais a salvação de todas as nações fazendo-as renascer pela água do Batismo: fazei que todos os povos da terra se tornem filhos de Abraão e membros do vosso povo eleito».
O Evangelho revelou-nos o cumprimento das figuras antigas: com a sua morte e ressurreição, Jesus Cristo libertou o homem da escravidão radical, a do pecado, e abriu-lhe a estrada para a verdadeira Terra Prometida, o Reino de Deus, Reino universal de justiça, de amor e de paz. Este «êxodo» verifica-se, antes de mais nada, no íntimo do próprio homem e consiste num novo nascimento no Espírito Santo, efeito do Batismo que Cristo nos deu precisamente no mistério pascal. O homem velho cede o lugar ao homem novo; a vida anterior é deixada para trás, pode-se caminhar numa vida nova (cf. Rm 6, 4). Mas o «êxodo» espiritual é princípio duma libertação integral, capaz de renovar toda a dimensão humana, pessoal e social.
Sim, irmãos, a Páscoa é a verdadeira salvação da humanidade! Se Cristo – o Cordeiro de Deus – não tivesse derramado o seu Sangue por nós, não teríamos qualquer esperança, o destino nosso e do mundo inteiro seria inevitavelmente a morte. Mas a Páscoa inverteu a tendência: a Ressurreição de Cristo é uma nova criação, como um enxerto que pode regenerar toda a planta. É um acontecimento que modificou a orientação profunda da história, fazendo-a pender de uma vez por todas para o lado do bem, da vida, do perdão. Somos livres, estamos salvos! Eis o motivo por que exultamos do íntimo do coração: «Cantemos ao Senhor: é verdadeiramente glorioso!»
O povo cristão, saído das águas do Batismo, é enviado por todo o mundo a testemunhar esta salvação, a levar a todos o fruto da Páscoa, que consiste numa vida nova, liberta do pecado e restituída à sua beleza original, à sua bondade e verdade. Continuamente, ao longo de dois mil anos, os cristãos – especialmente os santos – fecundaram a história com a experiência viva da Páscoa. A Igreja é o povo do êxodo, porque vive constantemente o mistério pascal e espalha a sua força renovadora em todo o tempo e lugar. Também em nossos dias a humanidade tem necessidade de um «êxodo», não de ajustamentos superficiais, mas de uma conversão espiritual e moral. Necessita da salvação do Evangelho, para sair de uma crise que é profunda e, como tal, requer mudanças profundas, a partir das consciências.
Peço ao Senhor Jesus que, no Médio Oriente e de modo particular na Terra santificada pela sua morte e ressurreição, os Povos realizem um verdadeiro e definitivo «êxodo» da guerra e da violência para a paz e a concórdia. Às comunidades cristãs que conhecem provações e sofrimentos, especialmente no Iraque, repita o Ressuscitado a frase cheia de consolação e encorajamento que dirigiu aos Apóstolos no Cenáculo: «A paz esteja convosco!» (Jo 20,21).
Para os países da América Latina e do Caribe que experimentam uma perigosa recrudescência de crimes ligados ao narcotráfico, a Páscoa de Cristo conceda a vitória da convivência pacífica e do respeito pelo bem comum. A dileta população do Haiti, devastado pela enorme tragédia do terremoto, realize o seu «êxodo» do luto e do desânimo para uma nova esperança, com o apoio da solidariedade internacional. Os amados cidadãos chilenos, prostrados por outra grave catástrofe, mas sustentados pela fé, enfrentem com tenacidade a obra de reconstrução.
Na força de Jesus ressuscitado, ponha-se fim em África aos conflitos que continuam a provocar destruição e sofrimentos e chegue-se àquela paz e reconciliação que são garantias de desenvolvimento. De modo particular confio ao Senhor o futuro da República Democrática do Congo, da Guiné e da Nigéria.
O Ressuscitado ampare os cristãos que, pela sua fé, sofrem a perseguição e até a morte, como no Paquistão. Aos países assolados pelo terrorismo e pelas discriminações sociais ou religiosas, conceda-o a força de começar percursos de diálogo e serena convivência. Aos responsáveis de todas as Nações, a Páscoa de Cristo traga luz e força para que a atividade econômica e financeira seja finalmente orientada segundo critérios de verdade, justiça e ajuda fraterna. A força salvífica da ressurreição de Cristo invada a humanidade inteira, para que esta supere as múltiplas e trágicas expressões de uma «cultura de morte» que tende a difundir-se, para edificar um futuro de amor e verdade no qual toda a vida humana seja respeitada e acolhida.
Queridos irmãos e irmãs! A Páscoa não efetua qualquer magia. Assim como, para além do Mar Vermelho, os hebreus encontraram o deserto, assim também a Igreja, depois da Ressurreição, encontra sempre a história com as suas alegrias e as suas esperanças, os seus sofrimentos e as suas angústias. E todavia esta história mudou, está marcada por uma aliança nova e eterna, está realmente aberta ao futuro. Por isso, salvos na esperança, prosseguimos a nossa peregrinação, levando no coração o cântico antigo e sempre novo: «Cantemos ao Senhor: é verdadeiramente glorioso!».

Neste dia 19, dia de São José, aconteceu a investidura das Noviças: Roberlândia e Rôsivanda.
Como São José, ofereçamos a vida em louvor a Deus, confiando na Sua lealdade, pois, Ele nos dá o Seu amor como garantia. Em Cristo, o Pai selou conosco uma aliança indissolúvel!
«A aliança matrimonial, pelo qual o homem e a mulher constituem entre si a comunhão íntima de toda a vida, ordenado por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole, entre os batizados foi elevado por Cristo Senhor à dignidade de sacramento»(CIC 1601)
Somos uma Obra das Mãos misericordiosas de Deus, destinada à Sua glória. Nascemos para glorificar a Deus com as nossas vidas, a exemplo de Maria.
Neste último final de semana, aconteceu três momentos fortes na nossa missão:
1º VIGÍLIA DE ADORAÇÃO
2º CURSO VOCACIONAL
3º APROFUNDAMENTO DA RCC
DEUS É FIEL E ESPERA A NOSSA RESPOSTA AO SEU CHAMADO.
Nesta última sexta-feira, fomos ao hospital.
Fomos alimentados pelo Pão dos Pobres.
É com muita alegria que queremos partilhar com você as fotos deste momento de graça.
FELIZES OS PUROS DE CORAÇÃO.
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Mensagem de Nossa Senhora a Marija Pavlovic Lunetti
em 25 de fevereiro de 2010 |
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Queridos filhos!
Neste tempo de graça, quando também a natureza se prepara para oferecer as cores mais belas do ano, eu os convido, filhinhos, abram seus corações a Deus, o Criador, a fim de que Ele os transforme e molde em Sua imagem, para que todo o bem que está adormecido em seus corações possa despertar para uma nova vida e anseio de eternidade.
Obrigada por terem respondido a minha chamada!
Mensagem de Nossa Senhora:02 de fevereiro de 2010 (Mirjana) - Em Nápoles (Itália)
Queridos filhos!
Com amor maternal, hoje eu os convido a ser um farol para todas as almas que vagueiam na escuridão da ignorância do amor de Deus. Que vocês possam brilhar com todo o brilho e atrair o maior número de almas, não permitam que as inverdades que saem de sua boca silenciem a sua consciência. Sejam perfeitos. Eu os estou conduzindo com minha mão materna - uma mão de amor.
Obrigada.

Queridos filhos! Abram os seus corações para a Misericórdia de Deus neste tempo quaresmal. O Pai Celestial deseja libertar cada um de vocês da escravidão do pecado. Por isto, filhinhos, façam bom uso deste tempo e através do encontro com Deus na confissão, deixem o pecado e decidam-se pela santidade.(25 de fevereiro de 2007)

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
O PAPA BENTO XVI
PARA A QUARESMA DE 2010
A justiça de Deus está manifestada
mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3, 21–22 )
Queridos irmãos e irmãs,
todos os anos, por ocasião da Quaresma, a Igreja convida-nos a uma revisão sincera da nossa vida á luz dos ensinamentos evangélicos . Este ano desejaria propor-vos algumas reflexões sobre o tema vasto da justiça, partindo da afirmação Paulina: A justiça de Deus está manifestada mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3,21 – 22 ).
Justiça: “dare cuique suum”
Detenho-me em primeiro lugar sobre o significado da palavra “justiça” que na linguagem comum implica “dar a cada um o que é seu – dare cuique suum”, segundo a conhecida expressão de Ulpiano, jurista romana do século III. Porém, na realidade, tal definição clássica não precisa em que é que consiste aquele “suo” que se deve assegurar a cada um. Aquilo de que o homem mais precisa não lhe pode ser garantido por lei. Para gozar de uma existência em plenitude, precisa de algo mais intimo que lhe pode ser concedido somente gratuitamente: poderíamos dizer que o homem vive daquele amor que só Deus lhe pode comunicar, tendo-o criado á sua imagem e semelhança. São certamente úteis e necessários os bens materiais – no fim de contas o próprio Jesus se preocupou com a cura dos doentes, em matar a fome das multidões que o seguiam e certamente condena a indiferença que também hoje condena centenas de milhões de seres humanos á morte por falta de alimentos, de água e de medicamentos - , mas a justiça distributiva não restitui ao ser humano todo o “suo” que lhe é devido. Como e mais do que o pão ele de facto precisa de Deus. Nora Santo Agostinho: se “ a justiça é a virtude que distribui a cada um o que é seu…não é justiça do homem aquela que subtrai o homem ao verdadeiro Deus” (De civitate Dei, XIX, 21).

De onde vem a injustiça?
O evangelista Marcos refere as seguintes palavras de Jesus, que se inserem no debate de então acerca do que é puro e impuro: “Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa tornar impuro. Mas o que sai do homem, isso é que o torna impuro. Porque é do interior do coração dos homens, que saem os maus pensamentos” (Mc 7,14-15.20-21). Para além da questão imediata relativo ao alimento, podemos entrever nas reacções dos fariseus uma tentação permanente do homem: individuar a origem do mal numa causa exterior. Muitas das ideologias modernas, a bem ver, têm este pressuposto: visto que a injustiça vem “de fora”, para que reine a justiça é suficiente remover as causas externas que impedem a sua actuação: Esta maneira de pensar - admoesta Jesus – é ingénua e míope. A injustiça, fruto do mal , não tem raízes exclusivamente externas; tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa conivência com o mal. Reconhece-o com amargura o Salmista:”Eis que eu nasci na culpa, e a minha mãe concebeu-se no pecado” (Sl. 51,7). Sim, o homem torna-se frágil por um impulso profundo, que o mortifica na capacidade de entrar em comunhão com o outro. Aberto por natureza ao fluxo livre da partilha, adverte dentro de si uma força de gravidade estranha que o leva a dobrar-se sobre si mesmo, a afirmar-se acima e contra os outros: é o egoísmo, consequência do pecado original. Adão e Eva, seduzidos pela mentira de Satanás, pegando no fruto misterioso contra a vontade divina, substituíram á lógica de confiar no Amor aquela da suspeita e da competição ; á lógica do receber, da espera confiante do Outro, aquela ansiosa do agarrar, do fazer sozinho (cfr Gn 3,1-6) experimentando como resultado uma sensação de inquietação e de incerteza. Como pode o homem libertar-se deste impulso egoísta e abrir-se ao amor?

Justiça e Sedaqah
No coração da sabedoria de Israel encontramos um laço profundo entre fé em Deus que “levanta do pó o indigente (Sl 113,7) e justiça em relação ao próximo. A própria palavra com a qual em hebraico se indica a virtude da justiça, sedaqah, exprime-o bem. De facto sedaqah significa, dum lado a aceitação plena da vontade do Deus de Israel; do outro, equidade em relação ao próximo (cfr Ex 29,12-17), de maneira especial ao pobre, ao estrangeiro, ao órfão e á viúva ( cfr Dt 10,18-19). Mas os dois significados estão ligados, porque o dar ao pobre, para o israelita nada mais é senão a retribuição que se deve a Deus, que teve piedade da miséria do seu povo. Não é por acaso que o dom das tábuas da Lei a Moisés, no monte Sinai, se verifica depois da passagem do Mar Vermelho. Isto é, a escuta da Lei , pressupõe a fé no Deus que foi o primeiro a ouvir o lamento do seu povo e desceu para o libertar do poder do Egipto (cfr Ex s,8). Deus está atento ao grito do pobre e em resposta pede para ser ouvido: pede justiça para o pobre ( cfr.Ecli 4,4-5.8-9), o estrangeiro ( cfr Ex 22,20), o escravo ( cfr Dt 15,12-18). Para entrar na justiça é portanto necessário sair daquela ilusão de auto – suficiência , daquele estado profundo de fecho, que á a própria origem da injustiça. Por outras palavras, é necessário um “êxodo” mais profundo do que aquele que Deus efectuou com Moisés, uma libertação do coração, que a palavra da Lei, sozinha, é impotente a realizar. Existe portanto para o homem esperança de justiça?

Cristo, justiça de Deus
O anuncio cristão responde positivamente á sede de justiça do homem, como afirma o apóstolo Paulo na Carta aos Romanos: “ Mas agora, é sem a lei que está manifestada a justiça de Deus… mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os crentes. De facto não há distinção, porque todos pecaram e estão privados da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela Sua graça, por meio da redenção que se realiza em Jesus Cristo, que Deus apresentou como vitima de propiciação pelo Seu próprio sangue, mediante a fé” (3,21-25)
Qual é portanto a justiça de Cristo? É antes de mais a justiça que vem da graça, onde não é o homem que repara, que cura si mesmo e os outros. O facto de que a “expiação” se verifique no “sangue” de Jesus significa que não são os sacrifícios do homem a libertá-lo do peso das suas culpas, mas o gesto do amor de Deus que se abre até ao extremo, até fazer passar em si “ a maldição” que toca ao homem, para lhe transmitir em troca a “bênção” que toca a Deus (cfr Gal3,13-14). Mas isto levanta imediatamente uma objecção: que justiça existe lá onde o justo morre pelo culpado e o culpado recebe em troca a bênção que toca ao justo? Desta maneira cada um não recebe o contrário do que é “seu”? Na realidade, aqui manifesta-se a justiça divina, profundamente diferente da justiça humana. Deus pagou por nós no seu Filho o preço do resgate, um preço verdadeiramente exorbitante. Perante a justiça da Cruz o homem pode revoltar-se, porque ele põe em evidencia que o homem não é um ser autárquico , mas precisa de um Outro para ser plenamente si mesmo. Converter-se a Cristo, acreditar no Evangelho, no fundo significa precisamente isto: sair da ilusão da auto suficiência para descobrir e aceitar a própria indigência – indigência dos outros e de Deus, exigência do seu perdão e da sua amizade.

Compreende-se então como a fé não é um facto natural, cómodo, obvio: é necessário humildade para aceitar que se precisa que um Outro me liberte do “meu”, para me dar gratuitamente o “seu”. Isto acontece particularmente nos sacramentos da Penitencia e da Eucaristia. Graças á acção de Cristo, nós podemos entrar na justiça “ maior”, que é aquela do amor ( cfr Rom 13,8-10), a justiça de quem se sente em todo o caso sempre mais devedor do que credor, porque recebeu mais do que aquilo que poderia esperar.
Precisamente fortalecido por esta experiencia, o cristão é levado a contribuir para a formação de sociedades justas, onde todos recebem o necessário para viver segundo a própria dignidade de homem e onde a justiça é vivificada pelo amor.

Queridos irmãos e irmãs, a Quaresma culmina no Tríduo Pascal, no qual também este ano celebraremos a justiça divina, que é plenitude de caridade, de dom, de salvação. Que este tempo penitencial seja para cada cristão tempo de autentica conversão e de conhecimento intenso do mistério de Cristo, que veio para realizar a justiça. Com estes sentimentos, a todos concedo de coração, a Bênção Apostólica.

Vaticano, 30 de Outubro de 2009
BENEDICTUS PP. XVI
© Copyright 2009 - Libreria Editrice Vaticana

No dia 07 de fevereiro acolhemos com alegria a chegada da Madre da Missão, Irmã Luzia de Jesus e Maria.
E no dia 08 recebemos as nossas pré-noviças do Ano de 2010,
Roberlândia e Rôsivanda.
O Noviciado é o tempo de deixar-se cativar, encantar e seduzir por Deus.
Nesse dia 25 de janeiro a Casa do Noviciado acolheu com muito entusiasmo e alegria a primeira das novas irmãs que irão compor o núcleo da mesma neste ano de 2010: Madre Joana de Jesus e Maria. Toda a Missão da Comunidade de Aliança deseja as boas vindas e as bênçãos do Senhor para essa nova missão no monte santo que é o nosso Noviciado, na Serra de Santa Rita em Pedra Branca.

Em um misto de sentimentos de saudades e alegria pelas vidas doadas foram enviadas em missão, também hoje, Ir.Faustina para a casa do Encantado e katyusca para a casa de Boa Vista. Que o Espírito Santo as ilumine e faça de cada uma delas centelha de fogo capazes de incendiar os ambientes onde foram lançadas e que possam assim iluminar a vida de muitos que estão nas trevas.
Concluído o período de um ano de formação no Noviciado de nossa Comunidade, as Noviças vão de folga para a casa dos pais, antes de ingressarem no ano de missão. Retornam depois que fazem um retiro de 2 dias, dando continuidade à sua caminhada. Katyusca e Elisabeth viajaram hoje para Quixeramobim e Fortaleza, respectivamente.

O Noviciado já sente pela ausência provisória de nossas noviças.
Começamos o ano com Maria(Mãe de Deus) atendendo ao chamado do Coração de Jesus(nessa 1ª sexta-feira) e visitando-O, presente nos irmãos enfermos, como Ele mesmo disse:...estive doente e fostes me visitar...
Fomos acolhidos pelos funcionários no Hospital São Sebastião, que nos direcionaram quanto aos pacientes que deveriam ser visitados.
Nos dividimos em pequenos grupos e visitamos os pacientes de cada setor.Aqui um grupo visita à emergência.
A alegria do anúncio da Palavra.
A Palavra que consola e a oração que fortalece nas horas difíceis.
As visitas foram feitas em conjunto com o Ministério da Compaixão.
Deus seja louvado e nossa Mãe Maria Santíssima!
A confraternização aconteceu na Casa do Noviciado de nossa Comunidade, começando na área externa da casa onde contemplamos a cena do mistério da Encarnação do Verbo, quando Jesus se faz pequeno e se deixa cuidar por José e Maria. Foi um momento forte, belo e de muita emoção.É Jesus, o príncipe da paz, nossa alegria, astro que brilha mais!
Vivemos momentos de convivência e alegria entre membros da Comunidade de Vida e Aliança como também amigos da obra Boa Semente. Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados!
Os membros apresentaram uma dramatização, fazendo uma relação entre o nascimento de Jesus e a fundação da Comunidade. Junto à manjedoura, o Estatuto da Boa Semente.
A brincadeira do amigo secreto nos faz crescer em nossas relações de amizade e no conhecimento do outro.
A dramatização foi concluída com uma dança como homenagem ao Menino Jesus e à Comunidade.
Conheça o nosso Noviciado
O Noviciado da nossa Comunidade, localiza-se na cidade de Pedra Branca, na Diocese de Iguatu, que hoje está sobre o pastoreio do Bispo Dom João da Costa.
As noviças: Elisabeth e Katyusca, estão concluindo o seu primeiro ano de noviciado.

Em 2010 estarão ingressando no primeiro ano de noviciado as postulantes; Roberlândia e Rôsivanda.