06/09/2015

Eu sou a rosa frágil, sensível e dramática. Deus é o meu Príncipe

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Hoje a imagem que o Espírito Santo me mostrou no grupo de oração foi de uma vela. Uma vela que tinha o fogo agitado pelo vento, um vento que queria apagar aquele fogo,  fogo que as vezes parecia que ia desaparecer por causa do vento. Depois vinha alguém que com cuidado colocava uma redomazinha ao […]

Hoje a imagem que o Espírito Santo me mostrou no grupo de oração foi de uma vela. Uma vela que tinha o fogo agitado pelo vento, um vento que queria apagar aquele fogo,  fogo que as vezes parecia que ia desaparecer por causa do vento. Depois vinha alguém que com cuidado colocava uma redomazinha ao redor da vela, pra que aquele fogo não se apagasse, pra proteger a vela.

     Essa redoma me fez lembrar aquele principezinho com sua rosa amiga. O Pequeno Príncipe colocou a redoma na sua rosa pra que aquela rosa não sofresse com o frio, não pra sufocá-la com a redoma. Ele, por causa da rosa, cuidava dos dois vulcões, que apesar de desativados podiam a qualquer momento voltar à ativa e destruir sua frágil rosinha. Aquela rosa  era orgulhosa e dramática, o Príncipe faz de tudo para que ela se sinta única e especial, porque ela é única e especial, afinal, é a sua rosa, aquela que Ele cativou. Os cuidados do Pequeno Príncipe de nome desconhecido com sua rosa me fez entender a imagem do grupo de oração.

     Eu sou a rosa frágil, sensível e dramática. Deus é o meu Príncipe. Ele afasta de mim tudo o que possa afastar a alegria do Espírito Santo do meu coração, aí ás vezes me poda, afasta alguns “ventos” de mim, coloca a sua redoma, intervém na minha vida. Ele me ama como única e especial, e quer que eu me sinta única, porque verdadeiramente eu sou, sabe  que eu sou orgulhosa. Ele sabe que não quero alegrias passageiras, aí me liberta na verdade que é Ele mesmo. Os vulcões? São as situações dolorosas do passado, as fraquezas, as lembranças e também as feridas do presente. Ele está sempre cuidando dos meus vulcõezinhos para que eles não voltem á ativa, para que as feridas e os sofrimentos, as lembranças do passado – que por melhor ou pior que seja não volta – não me destruam. Ele é um Pai eternamente responsável. Esses vulcões precisam ser cuidados todos os dias, minhas fraquezas, meu PHN – Por hoje não vou pecar, é o “vigiai e orai” diário.

      O meu Deus, o meu Príncipe me cativou. E Ele não quer que o meu fogo se apague, que a minha alegria seja passageira, mas eterna, junto dEle. Eu tenho um Deus cuida de mim.

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