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01/10/2020

DIA DE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS

1- SINAL DA CRUZ 2 – VINDE ESPÍRITO SANTO 3 – ORAÇÃO INICIAL SENHOR DEUS DOS EXÉRCITOS De Santa Teresinha do Menino Jesus ” Senhor Deus dos exércitos, disseste-nos no Evangelho: ‘Não vim semear paz, mas espadas’ arma-me para a luta. Ardo de desejo de lutar pela tua glória, mas peço-te que fortaleças a minha […]

1- SINAL DA CRUZ

2 – VINDE ESPÍRITO SANTO

3 – ORAÇÃO INICIAL

SENHOR DEUS DOS EXÉRCITOS
De Santa Teresinha do Menino Jesus

” Senhor Deus dos exércitos, disseste-nos no Evangelho: ‘Não vim semear paz, mas espadas’ arma-me para a luta. Ardo de desejo de lutar pela tua glória, mas peço-te que fortaleças a minha coragem … Para poder exclamar com o santo Rei David: ‘Só tu, Senhor, és o meu escudo, treinas as minhas mãos para o combate …’ O Meu amado! Sei muito bem a que combate me tens destinado, e que não é absolutamente nos campos de batalha onde terei que lutar …
Sou prisioneiro do Vosso amor, voluntariamente me prendi as corrente que me liga a ti e isso me separa para sempre do mundo que amaldiçoa sites… A
minha espada não é outro senão Amor; com ela expulsarei o estrangeiro do reino e farei-te proclamar Rei das almas que não querem submeter-te ao vosso divino poder. É verdade, Senhor, que não precisas de um instrumento tão fraco como eu; (…) ‘É preciso lutar para que Deus dê a vitória’, Pois bem, meu Jesus, lutarei pelo teu amor até a noite da minha vida. Visto que não desejaste gozar de descanso na terra, quero seguir o teu exemplo, esperando que assim se cumpra em mim a promessa que saiu dos teus lábios divinos: ‘Se alguém me segue, em qualquer lugar que eu esteja, ali também ele estará, e meu Pai o honrará’
Estar convosco , estar em você, é o meu único desejo … A certeza que vos me dá de que isso se tornará realidade me faz suportar o exílio, esperando o dia radiante do eterno face a face …” Amém

(Oração 17, inspirada numa imagem que representa a Venerável Joana D’Arc)

4 – BIOGRAFIA DA SANTA:

A vida da santa Teresa de Lisieux, ou santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, seu nome de religiosa e como o povo carinhosamente a prefere chamar aqui no Brasil.
Santa Teresinha marca na história da Igreja, depois de dezenove séculos de existência, inicia um novo caminho de viver a santidade. Ou melhor dizendo, de alcançar a santidade. No lugar do medo do “Deus duro e vingador”, ela coloca o amor puro e total a Jesus como um fim em si mesmo para toda a existência eterna. Um amor puro, infantil e total, como deixaria registrado nos livros “Infância espiritual” e “História de uma alma”, editados a partir de seus escritos. Que nas palavras do Papa Pio XI, que “essa simplicidade infantil só tenha de infantil o nome”.
Sua vida foi breve, mas plena de dedicação e entrega. Morreu virgem como Maria, a Mãe que venerava, e jovem como o amor que vivenciava a Jesus, pela pura ação do Espírito Santo.

Teresinha nasceu em Alençon, na França, em 2 de janeiro de 1873. A última filha de uma família de excelentes católicos Foi batizada com o nome de Maria Francisca Martin. Dicerniu bem cedo que queria ser religiosa, assim como suas duas irmãs que já residia no Carmelo – as outras duas seguiram depois dela, uma pro Carmelo e outra pra visitação. Os pais, quando jovens, sonhavam em servir a Deus, na vida religiosa . Mas circunstâncias especiais os impediram e a mãe prometeu ao Senhor que cumpriria seu papel de genitora terrena, mas que suas filhas trilhariam o caminho da fé. E assim foi, com entusiasmada aceitação por parte de Teresinha desde a mais tenra idade.

Caçula, viu as irmãs mais velhas, uma a uma, consagrando-se a Deus até chegar sua vez. Mas a vontade de segui-las era tanta que não quis nem esperar a idade correta. Aos quinze anos, conseguiu permissão para entrar no Carmelo, em Lisieux, permissão concedida especial e pessoalmente pelo papa Leão XIII.

Ela própria escreveu que, para servir a Jesus, desejava ser cavaleiro das cruzadas, padre, apóstolo, evangelista, mártir… Mas ao perceber que o amor supremo era a fonte de todas essas missões, depositou nele sua vida. Sua obra não frutificou pela ação evangelizadora ou atividade caritativa, mas sim em oração, sacrifícios, provações, penitências e imolações, santificando o seu cotidiano enquanto carmelita. Essa vivência foi registrada dia a dia, sendo depois editada, perpetuando-se como livro de cabeceira de religiosos, leigos e da elite dos teólogos, filósofos e pensadores do século XX e segue ainda com vigor no século XXI.

Teresinha teve seus últimos anos consumidos pela terrível tuberculose, que, no entanto, não venceu sua paciência com os desígnios do Supremo. Morreu em 1° de outubro de 1897, com vinte e quatro anos, depois de prometer uma chuva de rosas sobre a Terra quando expirasse. Cumpriu o que prometeu em vida, pois são inúmeras as graças e milagres alcançadas por sua intercessão. Milhares de vidas transformadas pela leitura de sua vida e escritos. E inúmeros são os santos e beatos que se santificaram seguindo a sua “pequena via”
Santa Teresa do Menino Jesus foi beatificada em 1923 e canonizada em 1925 pelo papa Pio XI.E proclamada Doutora da Igreja pelo papa São João Paulo II em 1997. Ela, ao lado de São Francisco Xavier e padroeira das missões e missionários da Igreja.

5 – PALAVRA DOS PAPA
SOBRE A PERENIDADE DA DOUTRINA DE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS :

“A doutrina espiritual de Teresa de Lisieux contribuiu para a difusão do Reino de Deus. Com o seu exemplo de santidade, de perfeita fidelidade à Mãe Igreja, em plena comunhão com a Sé de Pedro, assim como com as particulares graças por ela suplicadas para muitos irmãos e irmãs missionários, prestou um particular serviço à renovada proclamação e experiência do Evangelho de Cristo e à extensão da fé católica em todas as nações da terra.

Não é preciso que nos detenhemos muito sobre a universalidade da doutrina teresiana e sobre o amplo acolhimento da sua mensagem durante o século que nos separa da sua morte: isto está bem documentado nos estudos feitos em vista da atribuição do título de Doutora da Igreja a esta Santa.

Importância particular, a respeito disso, reveste o facto que o próprio Magistério da Igreja não só reconheceu a santidade de Teresa, mas pôs também em evidência a sua sabedoria e a sua doutrina. Já Pio X disse a respeito dela que era «a maior Santa dos tempos modernos». Acolhendo com alegria a primeira edição italiana da História de uma alma, ele exaltou os frutos que se colhem da espiritualidade teresiana. Bento XV, por ocasião da proclamação da heroicidade das virtudes da Serva de Deus, ilustrou o caminho da infância espiritual e louvou a ciência das realidades divinas, concedida por Deus a Teresa, para ensinar aos outros as vias da salvação (cf. AAS 13 [1921] 449-452). Pio XI, por ocasião tanto da sua beatificação como da canonização, quis expor e recomendar a doutrina da Santa, ressaltando a particular iluminação divina (Discorsi di Pio XI, vol. I, Turim 1959, pág. 91) e qualificando-a como mestra de vida (cf.AAS 17 [1925] pp. 211-214). Pio XII, quando foi consagrada a Basílica de Lisieux em 1954, afirmou entre outras coisas que Teresa tinha penetrado, com a sua doutrina, no coração mesmo do Evangelho (cf. AAS 46 [1954] pp. 404408). O Cardeal Angelo Roncalli, futuro Papa João XXIII, visitou diversas vezes Lisieux, especialmente quando era Núncio em Paris. Durante o seu pontificado manifestou em várias circunstâncias a sua devoção pela Santa e ilustrou as relações entre a doutrina da Santa de Ávila e da sua filha, Teresa de Lisieux (Discorsi, Messaggi, Colloqui, vol. II [19591960] pp. 771-772). Várias vezes, durante a celebração do Concílio Vaticano II, os Padres evocaram o seu exemplo e a sua doutrina. Paulo VI, no centenário do nascimento da Santa, enviava no dia 2 de Janeiro de 1973 uma Carta ao Bispo de Bayeux e Lisieux, na qual exaltava o exemplo de Teresa na busca de Deus, a propunha como mestra da oração e da esperança teologal, modelo de comunhão com a Igreja, indicando o estudo da sua doutrina aos mestres, aos educadores, aos pastores e aos próprios teólogos (cf. AAS 65 [1973] pp. 12-15).

Eu mesmo, em várias circunstâncias, tive a alegria de me referir à figura e à doutrina da Santa, de modo especial por ocasião da inesquecível visita a Lisieux, a 2 de Junho de 1980, quando quis recordar a todos: «De Teresa de Lisieux, pode-se dizer com convicção que o Espírito de Deus permitiu ao seu coração revelar directamente, aos homens do nosso tempo, o mistério fundamental, a realidade do Evangelho […]. O “pequeno caminho” é o “caminho da santa infância”. Neste caminho, há alguma coisa de único, um génio de Santa Teresa de Lisieux. Há ao mesmo tempo a confirmação e a renovação da verdade mais fundamental e a mais universal. Que verdade da mensagem evangélica é, com efeito, mais fundamental e mais universal do que esta: Deus é nosso Pai e nós somos Seus filhos?» (L’Osserv. Rom., ed. port. de 15 de Junho de 1980, pág. 16).

Estas simples referências a uma ininterrupta série de testemunhos dos Papas deste século sobre a santidade e a doutrina de Santa Teresa do Menino Jesus e sobre a difusão universal da sua mensagem, exprimem claramente quanto a Igreja acolheu, nos seus pastores e nos seus fiéis, a doutrina espiritual desta jovem Santa.

Sinal de acolhimento eclesial do ensinamento da Santa é o recurso à sua doutrina em muitos documentos do Magistério ordinário da Igreja, de modo especial quando se fala da vocação contemplativa e missionária, da confiança em Deus justo e misericordioso, da alegria cristã, da vocação à santidade. É testemunho disto a presença da sua doutrina no recente Catecismo da Igreja Católica (nn. 127, 826, 956, 1011, 2011, 2558). Aquela que tanto gostou de aprender no catecismo as verdades da fé, mereceu ser incluída entre as testemunhas autorizadas da doutrina católica.

Teresa possui uma universalidade singular. A sua pessoa e a mensagem evangélica da «pequena via» da confiança e da infância espiritual encontraram e continuam a encontrar um acolhimento surpreendente, que transpôs todos os confins.

A influência da sua mensagem compreende, antes de tudo, homens e mulheres cuja santidade ou heroicidade das virtudes a própria Igreja reconheceu, pastores da Igreja, cultores da teologia e da espiritualidade, sacerdotes e seminaristas, religiosos e religiosas, movimentos eclesiais e comunidades novas, homens e mulheres de todas as condições e de todos os continentes. A todos Teresa traz a sua confirmação pessoal que o mistério cristão, do qual ela se tornou testemunha e apóstola fazendo-se na oração, como ela se exprime com audácia, «apóstola dos apóstolos» (Manuscrito A, 56 r), deve ser tomado à letra, com o maior realismo possível, porque tem um valor universal no tempo e no espaço. A força da sua mensagem está na ilustração concreta de como todas as promessas de Jesus encontram plena actuação no crente, que sabe acolher com confiança na própria vida a presença salvífica do Redentor.

Todas estas razões são testemunho claro da actualidade da doutrina da Santa de Lisieux e da particular incidência da sua mensagem sobre os homens e as mulheres do nosso século… ” ( São João Paulo ll. Carta Apostólica
‘DIVINI AMORIS SCIENTIA’, N° 10 e 11.
Que proclamou Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face
Doutora da Igreja, em 19 de Outubro de 1997)

6 – COM SANTA TERESINHA:

NO CORAÇÃO DA IGREJA EU SEREI O AMOR

“Não obstante a minha pequenez, quereria iluminar as almas como os Profetas, os Doutores, sentia a vocação de ser Apóstolo… Queria ser missionário, não apenas durante alguns anos, mas queria tê-lo sido desde o princípio do mundo e continuar até à consumação dos séculos. Mas acima de tudo, ó meu amado Salvador, quereria derramar o sangue por Vós até à última gota.
Porque durante a oração estes desejos me faziam sofrer um autêntico martírio, abri as epístolas de São Paulo a fim de encontrar uma resposta. Casualmente fixei-me nos capítulos XII e XIII da primeira epístola aos Coríntios; e li no primeiro que nem todos podem ser ao mesmo tempo Apóstolos, Profetas, Doutores, etc…. que a Igreja é formada por membros diferentes e que os olhos não podem ao mesmo tempo ser as mãos. A resposta era clara, mas não satisfazia completamente os meus desejos e não me trazia a paz.
Continuei a ler e encontrei esta frase que me confortou profundamente: Procurai com ardor os dons mais perfeitos; eu vou mostrar-vos um caminho mais excelente. E o Apóstolo explica como todos os dons mais perfeitos não são nada sem o amor e que a caridade é o caminho mais excelente que nos leva com segurança até Deus. Finalmente tinha encontrado a tranquilidade.
Ao considerar o Corpo Místico da Igreja, não conseguira reconhecer-me em nenhum dos membros descritos por São Paulo; melhor, queria identificar me com todos eles. A caridade ofereceu-me a chave da minha vocação. Compreendi que, se a Igreja apresenta um corpo formado por membros diferentes, não lhe falta o mais necessário e mais nobre de todos; compreendi que a Igreja tem coração, um coração ardente de amor; compreendi que só o amor fazia atuar os membros da Igreja e que, se o amor viesse a extinguir se, nem os Apóstolos continuariam a anunciar o Evangelho nem os mártires a derramar o seu sangue; compreendi que o amor encerra em si todas as vocações, que o amor é tudo e que abrange todos os tempos e lugares, numa palavra, que o amor é eterno.
Então, com a maior alegria da minha alma arrebatada, exclamei: Ó Jesus, meu amor! Encontrei finalmente a minha vocação. A minha vocação é o amor. Sim, encontrei o meu lugar na Igreja, e este lugar, ó meu Deus, fostes Vós que mo destes: no coração da Igreja, minha Mãe, eu serei o amor; com o amor serei tudo; e assim será realizado o meu sonho.”

(Da autobiografia – Manuscrits autobiographiques, Lisieux 1957, 227-229)

7 – LADAINHA DE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS

Senhor – tende piedade de nós
Jesus Cristo – tende piedade de nós
Senhor – tende piedade de nós

Jesus Cristo – ouvi-nos
Jesus Cristo – atendei – nos

Pai do Céu que sois Deus, Tende piedade de nós
Filho, Redentor do mundo que sois Deus – tende piedade de nós
Espírito Santo que sois Deus – tende piedade de nós
Santíssima Trindade que sois um só Deus – tende piedade de nós

Santa Mãe de Deus,
Rainha do Carmelo – Rogai por nós
São José, protetor do Carmelo – Rogai por nós
Todos os Santos Anjos – Rogai por nós
Santa Teresinha do Menino Jesus e da Santa Face – Rogai por nós
Santa Teresinha, enlevo do Pai do Céu – Rogai por nós
Santa Teresinha, identificada com Cristo – Rogai por nós
Santa Teresinha, abrasado no amor do Espírito Santo – Rogai por nós
Santa Teresinha, curada pelo sorriso de Maria – Rogai por nós
Santa Teresinha, pérola do Carmelo – Rogai por nós
Santa Teresinha, amor no coração da Igreja – Rogai por nós
Santa Teresinha, dom de Deus ao mundo – Rogai por nós
Santa Teresinha, brinquedo do Menino Jesus – Rogai por nós
Santa Teresinha, apaixonada pela face de Jesus – Rogai por nós
Santa Teresinha, santificada no sangue de Jesus – Rogai por nós
Santa Teresinha, que escolheu tudo o que Jesus queria – Rogai por nós
Santa Teresinha, sorriso de Deus nesta terra – Rogai por nós
Santa Teresinha, rosa desfolhada aos pés do Divino Mestre – Rogai por nós
SantaTeresinha, entregue ao Amor Misericordioso – Rogai por nós
Santa Teresinha, filha admirável de Santa Teresa de Jesus – Rogai por nós
SantaTeresinha, filha e discípula de São João da Cruz – Rogai por nós
Santa Teresinha, de mãos vazias diante de Deus Misericordioso – Rogai por nós
Santa Teresinha, que nada recusou a Deus – Rogai por nós
Santa Teresinha, inflamada pelo amor da Eucaristia – Rogai por nós
Santa Teresinha, irmã e amiga dos sacerdotes – Rogai por nós
Santa Teresinha, sentada a mesa dos pecadores – Rogai por nós
Santa Teresinha, devorada pela sede de salvação dos irmãos – Rogai por nós
Santa Teresinha, doutora da Igreja – Rogai por nós
Santa Teresinha, modelo de juventude – Rogai por nós
Santa Teresinha, nossa irmã e intercessora – Rogai por nós
Todos os Santos e Santas do Carmelo – Rogai por nós

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo – perdoai-nos Senhor.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo – ouvi-nos, Senhor .
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo – tende piedade de nós, Senhor.

Oremos

Ó Deus Todo-poderoso e eterno, que abris as portas do Vosso Reino aos pequeninos e aos humildes. Concedei-nos a graça de seguirmos os passos de Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face pelo caminho pequenino da confiança que ela nos assinalou e pelo qual ele nos deseja conduzir. E assim, pela sua oração e pela sua sabedoria alcançaremos a revelação da Vossa glória. Por Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

8 – ORAÇÃO FINAL
Oração composta pela Beata Maria Pierina de Micheli

“Lembrai-vos, ó Santa Teresinha do Menino Je-sus, da promessa que fizestes de passar o vosso Céu, beneficiando a terra atendei à fé e confiança com que vos invocamos e não à nos sa indignidade, e deixai cair a vosso chuva de rosas, sôbre nós, sobre todos as nossas precisões, especialmente, sôbre a que hoje vos apresentamos. Iluminai o nossa alma
para bem compreendermos e seguirmos a vossa Pequena Vereda que vos levou a tão grande santidade; inflamai nosso coração com aquele amor que no vosso ardia, a fim de que, a pós as lutas desta Vida possamos convosco ir gozar da eterna bem-aventurança. Amém.

Antônio Gomes

Consagrado na dimensão de Aliança da Comunidade Mariana Boa Semente

Missão Quixeramobim (Sede)

Fontes utilizadas:


FONTES UTILIZADAS
-Obras Completas de Santa Teresinha do Menino Jesus – Tradução (org) da Ed. Paulus
– http://www.vatican.va/content/john-paul-ii/pt/apost_letters/1997/documents/hf_jp-ii_apl_19101997_divini-amoris.html
http://arquisp.org.br/liturgia/santo-do-dia/santa-teresinha-do-menino-jesus-de-lisieux
– https://sites.google.com/site/mensagensbiblicaseoracoes/oracoes/santos/ladainha-de-santa-teresinha

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